Apesar de propostas distintas, procuradores que almejam topo do Ministério Público concordam também sobre ação da polícia na USP

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O Ministério Público de São Paulo vai eleger o novo procurador-geral de Justiça - 300 procuradores e 1.555 promotores vão escolher o mandatário máximo da instituição. Três são os candidatos ao cargo: os procuradores Felipe Locke Cavalcanti, Márcio Elias Rosa e Mário Papaterra Limongi.

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Os procuradores que almejam o topo do Ministério Público de São Paulo apresentam propostas diferentes em relação a programas internos da instituição, mas em comum têm algumas ideias e avaliações sobre o papel da promotoria e o momento político. Recomendam extensão da Ficha Limpa para todos os cargos públicos e a ação da polícia no câmpus da USP . Atribuem a falhas na legislação o fiasco do resultado no combate à corrupção. 

Eles estão em campanha há três meses, percorrendo as promotorias de todo o Estado, para expor suas metas e propostas. Pregam a valorização da instituição e dos promotores. A jornada, até aqui, transcorre sem hostilidades entre os pretendentes ao posto. O pleito será daqui a uma semana, dia 24, em processo eletrônico, nos moldes do modelo adotado pela Justiça Eleitoral. O vitorioso vai conduzir a maior instituição estadual do País, com 3.442 servidores e orçamento de R$ 1,53 bilhão, para 2012.

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O Ministério Público tem atribuição constitucional de defender a ordem jurídica e os interesses sociais e individuais indisponíveis. É o guardião da democracia e a ele cabe investigar e combater improbidade e corrupção na administração. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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