Após dissidências no PSDB, Kassab evita falar sobre crise tucana

À frente da sigla que deve abrigar dissidentes do PSDB paulistano, Gilberto Kassab diz evitar polêmica sobre 'crise de um partido'

Márcio Apolinário e Matheus Pichonelli, iG São Paulo |

Um dia depois de um grupo de vereadores anunciar os planos de deixar o PSDB paulistano, o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, evitou o assunto. Kassab, que tende a dar abrigo aos dissidentes no recém-criado PSD, encerrou uma entrevista coletiva que concedia no centro da cidade assim que foi questionado sobre o tema.

"Eu não vou polemizar sobre a crise em um partido", afirmou o prefeito. Embora o destino dos vereadores que deixaram o PSDB ainda seja incerto, o grupo mantém uma relação estreita com o prefeito e seu padrinho político, o ex-governador José Serra.

O PSDB ainda tenta conter ao menos parte da debandada em sua bancada na Câmara Municipal. Dentro do grupo de sete vereadores cuja saída foi anunciada ontem, o partido tinha esperança de convencer ao menos dois integrantes - Adolfo Quintas e Souza Santos, que não participaram da reunião em que foi feito o anúncio sobre o desligamento.

Hoje, durante explanação no plenário da Casa, o vereador Souza Santos pediu a palavra e anunciou o seu desligamento do partido alegando o mesmo motivo dos outros vereadores dissidentes: perseguição política. Procurado pela reportagem, Adolfo Quintas não respondeu aos pedidos de entrevista. 

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