Antes de finalizar ministério, Dilma vai ao RS passar aniversário

Presidenta eleita viajou no último domingo e deve comemorar 63 anos ao lado da família antes de anunciar toda equipe ministerial

Andréia Sadi, iG Brasília |

A dias da diplomação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e finalização da montagem do ministério, Dilma Rousseff embarcou no último domingo para Porto Alegre, onde deve ficar até quarta-feira antes de voltar a Brasília. Amanhã (14), Dilma faz aniversário e a expectativa é a de que ela comemore os 63 anos ao lado da filha Paula, do neto Gabriel e do ex-marido Carlos Araújo, que moram na capital gaúcha.

AE
Dilma Rousseff deve comemorar 63 anos ao lado da família, em Porto Alegre
Até o final desta semana, a presidenta eleita já confidenciou a auxiliares que espera fechar a negociação com os partidos aliados e entregar as pastas que ainda restam na Esplanada. Na sexta, Dilma e o vice-presidente, Michel Temer , serão diplomados no TSE. 

Até agora, Dilma já anunciou a equipe econômica, os assessores mais próximos e mais dez ministros no novo governo. Nesta fase final, Dilma vai se concentrar em fechar a cota do PSB e tentar acomodar no primeiro escalão nomes como Antonio Carlos Valadares (PSB), senador que tem na suplência o presidente do PT, José Eduardo Dutra. A petista vai oficializar também indicações de sua futura equipe que já foram acertadas nos bastidores.

Na última sexta, a expectativa era de que a petista anunciasse mais três nomes do ministério, mas a decisão foi adiada após encontro da presidenta com os socialistas. A decisão de adiar a confirmação foi tomada para que os nomes do PSB pudessem ser anunciados em bloco. O PSB já negociou com Dilma que vai ocupar ao menos as pastas da Integração Nacional e dos Portos, mas não decidiu quais os nomes para as pastas. Ciro Gomes, antes ignorado pelo partido para ministérios, foi sugerido por Dilma, com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva , conforme revelou o Poder Online .

Os nomes inicialmente indicados pelo PSB para as pastas são os de Fernando Bezerra, atual secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Eduardo Campos, em Pernambuco, e Márcio França, deputado por São Paulo. França, porém, não é um político de consenso dentro da equipe de transição. A decisão deve sair até quarta-feira.

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