Alckmin pedirá mais recursos da União para Saúde, mas sem CPMF

Novo secretário do Estado de São Paulo assumiu hoje o cargo defendendo a regulamentação da Emenda 29

Nara Alves, iG São Paulo |

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin , deverá pedir ao governo federal o aumento do repasse no orçamento destinado à Saúde do Estado, mas sem a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, a CPMF, conhecida como o imposto do cheque. A justificativa do governador é de que a União reduziu os repasses ao Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente para São Paulo.

O novo secretário da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri, que assumiu hoje o cargo, ratificou o discurso do governador e disse ser contra a volta da CPMF. "Não sou favorável à criação de novos impostos", afirmou. Para aumentar a verba na área, Cerri defendeu a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que prevê mais recursos para o setor.

Tanto os 16 governadores aliados da presidenta Dilma Rousseff quanto os 11 da oposição, incluindo Alckmin, já deram sinais de que esperam parcerias e recursos do governo federal. Os movimentos mais concretos foram a proposta de parte dos eleitos pela volta da CPMF, em novembro, e o manifesto dos oito governadores do PSDB em que delegam aos deputados e senadores a tarefa de fazer oposição a Dilma. A volta da CPMF deverá ser o primeiro embate entre governo e oposição após a posse da presidenta.

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