Alckmin e Kassab lamentam morte de Itamar Franco

Em pronunciamentos distintos, governador e prefeito de São Paulo afirmam que ex-presidente marcou a história do Brasil

iG São Paulo |

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, lamentaram neste sábado a morte do ex-presidente da República e senador Itamar Franco (PPS-MG).

Pelo Twitter, Alckmin afirmou que Itamar "deixa seu nome na história e muitas saudades em todo o povo brasileiro".

Em nota divulgada pouco depois, o governador disse que "ético, honrado e trabalhador" são alguns dos adjetivos que definiam o ex-presidente. "Sua honestidade, simplicidade e capacidade de agregar pessoas foram preponderantes para unir o Brasil em um momento delicado", afirmou. "Itamar serviu ao povo sem dele tirar qualquer proveito pessoal."

Em nota, Kassab afirmou que Itamar foi "um grande brasileiro, respeitado por todos, que escreveu seu nome na história do País". O prefeito de São Paulo destacou que Itamar assumiu a Presidência em um período conturbado, mas desempenhou papel importante na consolidação da democracia com sua "credibilidade e liderança".

A equipe da senadora Marta Suplicy (PT-SP) afirmou, pelo Twitter, que ela pediu um minuto de silêncio pela morte do senador durante seu discurso no Primeiro Congresso de Mulheres Dirigentes Petistas de São Paulo, onde soube da notícia.

Itamar morreu neste sábado aos 81 anos após um acidente vascular na UTI do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O senador, que havia contraído uma pneumonia grave durante o tratamento contra leucemia ao qual era submetido desde o dia 21 de maio, era divorciado e deixa duas filhas.

De acordo com o hospital, Itamar morreu às 10h15. O corpo será transferido para Juiz de Fora, onde será velado, e depois para Belo Horizonte, onde será cremado - por desejo do ex-presidente. Também ocorrerá uma cerimônia de homenagem no Palácio da Liberdade.

Políticos brasileiros lamentaram a morte de Itamar. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deve organizar uma comitiva de parlamentares para acompanhar as cerimônias fúnebres em homenagem ao ex-presidente. A informação foi dada ao iG pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR). Segundo ele, que confirmou presença na comitiva, os parlamentares devem seguir para Minas Gerais no domingo.

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