Michel Temer passa por procedimento para retirada de sonda vesical

Cateter para coleta de urina foi removido na manhã deste domingo (29); na última sexta-feira (27), presidente do Brasil havia sido submetido a cirurgia
Foto: Beto Barata/PR - 21.8.2017
Michel Temer deve ter alta na próxima segunda-feira (30), de acordo com as previsões dos médicos

O presidente Michel Temer foi submetido a um procedimento na manhã deste domingo (29) para retirada da sonda vesical (cateter para coleta de urina). De acordo com o boletim médico divulgado no início da tarde pelo Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital paulista, o presidente tem quadro estável.

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Segundo as previsões divulgadas pelos médicos, o presidente deve ter alta já na próxima segunda-feira (30). Para facilitar o repouso após a saída do hospital, Michel Temer deve continuar na cidade de São Paulo até a terça-feira (31).

Temer havia sido submetido a uma cirurgia na noite da última sexta-feira (27) devido a um crescimento da próstata. Em entrevista concedida ontem (28), o urologista Miguel Srougi, responsável pelo procedimento , explicou que a intervenção de urgência foi necessária por causa da obstrução da ureta.

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“Ele estava em retenção urinária, com sonda em sua bexiga, bastante desconfortável, e essa sonda precisava ser removida, a [causa] mais provável, no caso dele, é que a próstata tinha voltado a crescer”, detalhou o médico. Há sete anos, o presidente havia sido submetido a um procedimento para contornar o crescimento da próstata.

Visita

Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), visitou Temer no início da tarde. Segundo ele, o presidente estava disposto e havia lido um livro inteiro durante o período de internação.

Saúde fragilizada

Temer foi levado às pressas para o Hospital do Exército, em Brasília, na última quarta-feira (25), dia em que era votada a segunda denúncia contra o seu governo. No local, o presidente foi submetido a uma sondagem vesical de alívio por vídeo.

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Neste dia, por conta de toda a situação da votação e do impasse no plenário, especulou-se que o mal-estar estava relacionado a problemas cardíacos, uma vez que Michel Temer havia sido diagnosticado com obstrução parcial de uma artéria coronária.

*Com informações da Agência Brasil

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