Preocupados com a retoma do rumo do Brasil, grupos oposicionistas agem de maneira baixa e mostram que querem mesmo é tumultuar o cenário

A cada dia que passa a oposição parece estar mais perdida e sem saber como fazer para tentar desestabilizar a retomada do Brasil. As manifestações sempre são legitimas, mas o que vemos é uma apelação para a violência e desrespeito com a ordem.

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Doria teve o muro da sua casa vandalizado durante manifestação
Reprodução/Facebook
Doria teve o muro da sua casa vandalizado durante manifestação

Na manhã deste sábado (15), foi a vez do prefeito de São Paulo João Doria sofrer com atos de vandalismo de grupos de oposição  a boa gestão do tucano, sempre muito elogiado nas pesquisas de popularidade. A casa de Doria foi pichada durante uma manifestação de grupos que pediam o recua dos planos de concessões e privatizações em São Paulo.

"Hoje pela manhã, a minha residência foi cercada por manifestantes que picharam o muro da minha casa, ameaçaram os seguranças que estavam aqui e fizeram uma manifestação em nome do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), do PT e de outros partidos esquerdistas. Quero deixar registrado primeiro o meu protesto: residência não é local de manifestação, que façam em frente à Prefeitura ou em outros locais, não ameaçando ou pichando muros", disse o prefeito de São Paulo. 

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"Registro que isso não vai inibir as nossas ações nem o programa de desestatização que estamos fazendo exatamente para evitar o que os gostam: um Estado gordo com governo generoso para oferecer dinheiro para os que frequentam os partidos de esquerda e que alimentam movimento como esse", finalizou Doria.

Um suspeito de ter pichado o muro foi preso. Ele foi ouvido e liberado pelo polícia. o homem foi multado em R$ 5 mil pela prefeitura regional de Pinheiros pela suposta violação à lei municipal antipichação.


Esculhambação no senado

Na última terça-feira (11), sessão reservada para a votação da proposta de reforma trabalhista no Senado foi suspensa no início da tarde desta terça-feira (11) após confusão com direito a um plenário largado no escuro por ordens do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE). A suspensão da sessão e o apagar das luzes foram reações de Eunício ao fato de ter sido impedido de por senadoras da oposição de ocupar seu posto na mesa diretora e comandar os trabalhos.

Para reforçar a imagem de esculhambação, as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Ângela Portela (PT-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Lídice de Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Kátia Abreu (PMDB-TO) chegaram a comer quentinhas em plena Mesa do Senado. A situação digna de filme pastelão mostra que querem ganhar na força e no grito. A situação mostrou o deboche com que questões tão sérias e que envolvem o povo trabalhador devem ser tratadas, pelo menos na visão da oposição.

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Senadoras mostram total desrespeito com a ordem em protesto no mínimo banal
Reprodução / TV Globo
Senadoras mostram total desrespeito com a ordem em protesto no mínimo banal

Tentando acabar com os desmandos e mostra que as instituições devem ser respeitadas, o presidente do Conselho de Ética, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), pediu abertura de investigação contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) por quebra do decoro parlamentar. 

Além de Gleisi, foram citadas Fátima Bezerra (PT-RN), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Souza (PT-PI), Lídice da Mata (PSB-BA) e Ângela Portela (PDT-RR). De acordo com o pedido, a oposição feriu a ética e o decoro durante a sessão.

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