Jato que transportava ministro Gilmar Mendes sofre pane durante voo

Aeronave que seguia viagem para o Pará na noite dessa quinta-feira precisou retornar a Brasília; segundo a FAB, não houve riscos aos passageiros
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado - 24.8.16
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes viajava a Belém para inaugurar posto de identificação biométrica

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou nesta sexta-feira (23) que o jato que levava o ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, ao Pará sofreu uma "falha técnica" e precisou retornar a Brasília.

De acordo com nota divulgada pelo centro de comunicação social da FAB, o avião que levava Gilmar Mendes partiu às 18h45 dessa quinta-feira (22) de Brasília, logo após o encerramento da sessão de julgamento realizada no STF , e ficou cerca de uma hora no ar antes de retornar à base aérea da capital federal, onde o pouso foi registrado às 19h45, na Ala 1.

"Os pilotos realizaram os procedimentos previstos e, por precaução, retornaram a Brasília. Em nenhum momento a segurança dos passageiros foi comprometida", informou a entidade. Além de Gilmar e da tripulação, também estavam a bordo do jato assessores e seguranças do ministro.

A viagem de Gilmar, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), a Belém se daria para evento de inauguração do maior posto de atendimento para coleta biométrica do Pará. A visita dele à capital paraense foi cancelada devido ao incidente na noite dessa quinta-feira.

O jato com o ministro decolou logo após o julgamento em que a maioria dos integrantes do STF decidiu manter com o ministro Edson Fachin a relatoria dos processos ligados à delação de executivos do grupo JBS, entre eles o inquérito que investiga o presidente Michel Temer. A sessão de julgamento também considerou válida a homologação do acordo firmado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República.

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Teori

O incidente com o avião de Gilmar Mendes remete à lembrança do acidente que provocou a morte do ex-ministro do Supremo Teori Zavascki, em janeiro deste ano. O então relator dos processos da Operação Lava Jato na Corte estava a bordo de uma aeronave que caiu em Paraty, no Rio de Janeiro. Sua morte levou o presidente Michel Temer a indicar o então ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para substituí-lo no STF .

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*Com informações da Ansa

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