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Em pronunciamento nesta quinta-feira (16), o presidente interino contestou acusações do ex-presidente da Transpetro

Ajuste fiscal é o principal desafio do governo Temer, dizem economista
EVARISTO SA / AFP
Ajuste fiscal é o principal desafio do governo Temer, dizem economista

O presidente interino, Michel Temer, veio a público na manhã desta quinta-feira (16) e se pronunciou sobre as acusações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Temer chamou de levianas a acusação de recebimento de propina em prol da campanha do candidato à prefeitura de São Paulo em 2012, Gabriel Chalita.

"Nada impedirá que nós continuemos a trabalhar em prol do Brasil. Não vamos tolerar que surjam fatos dessa natureza, e todas as vezes que surgirem, nós viremos a público para contestá-los", afirmou o peemedebista.

Temer destacou o momento em que as acusações foram divulgadas, e salientou que no mesmo dia, seu governo efetuou a “aprovação da meta fiscal mais adequada para o momento do País”, cujo plano fixa teto para os gastos públicos. “No instante em que nós estamos fazendo um esforço extraordinário, com o apoio do Congresso e da maioria do povo brasileiro, surge uma acusação leviana”.

O presidente em exercício mencionou a eliminação de cargos comissionados e ministérios, ressaltou a relação fértil com o Congresso e o apoio da base parlamentar que “revela que o País está em harmonia entre Executivo e Legistativo”. Temer disser ser "um projeto de seriedade extraordinária" a aprovação de meta fiscal e que, ao longo do mês, recebe homenagens em todos os locais em que percorre e que as acusações passariam a imagem de que "teria praticado atos maus feitos".

O discurso durou menos de dez minutos e não foi aberto para perguntas da imprensa. Durante a fala, o presidente interino disse estar indignado e querer registrar que "essa leviandade não pode prevalecer". "Não deixarei passar em branco", afirmou.

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