Em Lisboa, Gilmar Mendes diz que saída do PMDB aprofunda crise política

Por Estadão Conteúdo |

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Nesta terça-feira (29) reunião do diretório nacional do partido deve sacramentar a saída do governo; em Portugal, ministro do STF participa de evento que conta com nomes da oposição

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Gilmar Mendes participa de uma conferência em Lisboa, que começou nesta terça-feira (29)
Elza Fiúza/ Agência Brasil
Gilmar Mendes participa de uma conferência em Lisboa, que começou nesta terça-feira (29)


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (29) que a crise política no Brasil se aprofundará, caso o PMDB deixe a coalizão governista, como esperado. O partido é o maior membro da base aliada da presidente Dilma Rousseff.

Mendes afirmou que o Brasil será um país mais difícil de gerenciar, caso o PMDB confirme mais tarde a saída do governo. Haverá uma reunião do diretório nacional do partido nesta terça-feira, que deve sacramentar a saída do governo.

Recentemente, o ministro do STF bloqueou a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro, devido a investigações de corrupção em andamento, decisão que ainda deve ser avaliada pelo pleno da Corte. Dilma buscava fortalecer o governo com a nomeação de Lula.

Mendes participa de uma conferência em Lisboa, que começou nesta terça-feira. Cerca de 50 pessoas, em sua maioria brasileiros, protestaram do lado de fora do evento contra as medidas em andamento para provocar o impeachment de Dilma, em meio a um grande escândalo que envolve o Partido dos Trabalhadores (PT), a sigla da presidente.

Veja imagens de ato realizado a favor do governo em São Paulo:

Integrantes de diversas organizações e movimentos sociais que compõem a Frente Brasil Popular no Pará fazem uma manifestação na praça da República, centro de Belém. Foto: Raimundo Paccó/Estadão Conteúdo - 18.03.16Manifestantes à favor do governo Dilma Rousseff se reúnem na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre (RS), nesta sexta-feira.. Foto: Carlos Macedo/Estadão Conteúdo - 18.03.16Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o ato convocado por movimentos sociais em São Paulo. Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo - 18.03.16Manifestantes a favor do governo no centro de Porto Alegre (RS). Foto: Pedro Antonio Heirich/Estadão ConteúdoEm São Paulo, manifestantes condenam o juiz federal Sérgio Moro. Foto: CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDOManifestantes mobilizados pela Frente Brasil Popular de Pernambuco se concentram no centro do Recife em defesa do governo. Foto: Chico Peixoto/Estadão ConteúdoManifestantes aguardam a chegada de Lula no protesto. Foto: Chello Fotógrafo/Futura Press - 18.03.16Protesto na Avenida Paulista, em São Paulo. Foto: Peter Leone/Futura Press - 18.03.16Protesto pró-governo na Avenida Paulista. Foto: J. Duran Machfee/Futura Press - 18.03.16Organizadores dizem que há 200 mil manifestantes no protesto. Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press - 18.03.16Manifestantes contra o impeachment saem às ruas em diversas cidades
. Foto: Paulo Pinto/Agência PTConfusão em protesto pró-governo. Foto: Newton Menezes/Futura Press - 18.03.16Pestistas anteciparam início do ato, que estava marcado para começar às 16 horas. Foto: Peter Leone/Futura Press - 18.3.16Manifestante critica atuação do juiz federal Sérgio Moro na Operação Lava Jato. Foto: Peter Leone/Futura Press - 18.3.16Centrais sindicais marcam presença em ato contra o impeachment da presidente Dilma. Foto: Luiz Cláudio Barbosa/Código19/Estadão Conteúdo - 18.3.16Manifestantes se concentraram no vão livre Masp para ato de apoio a Lula e ao governo Dilma. Foto: Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo - 18.3.16O ex-presidente Lula chega ao ato pró-governo na Avenida Paulista nesta sexta-feira (18). Foto: André Lucas Almeida/FuturaPress - 18.03.16



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