Reunião deste domingo no Palácio do Alvorada avalia corte orçamentário

Por Luciana Lima - iG Brasília | - Atualizada às

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Expectativa é de que corte, a ser anunciado nos próximos dias, supere os contingenciamentos do primeiro mandato de Dilma

A presidente Dilma Rousseff se reúne na tarde deste domingo (17) com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Nelson Barbosa, para definir o tamanho do corte no Orçamento deste ano, a ser anunciado até a próxima sexta-feira (21). A reunião ocorre no Palácio da Alvorada.

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Militantes fazem protesto exigindo impeachment de Dilma Rousseff e fim do PT no Masp, em São Paulo, neste sábado (31). Foto: Vilmar Bannach/Futura PressMilitantes fazem protesto exigindo impeachment de Dilma Rousseff e fim do PT no Masp, em São Paulo, neste sábado (31). Foto: Vilmar Bannach/Futura PressMilitantes fazem protesto exigindo impeachment de Dilma Rousseff e fim do PT no Masp, em São Paulo, neste sábado (31). Foto: Vilmar Bannach/Futura PressMilitantes fazem protesto exigindo impeachment de Dilma Rousseff e fim do PT no Masp, em São Paulo, neste sábado (31). Foto: Vilmar Bannach/Futura Press




A expectativa é de que o valor a ser contingenciado fique próximo dos R$ 80 bilhões. O Ministério da Fazenda defende o valor de R$ 78 bilhões, cifra bem superior aos contingenciamentos feitos no primeiro mandato de Dilma. Em 2011, primeiro ano de Dilma, o bloqueio foi de R$ 50 bilhões. Em 2012, esse valor subiu para R$ 55 bilhões. Já em 2013, o corte foi de R$ 38 bilhões e em 2014, R$ 44 bilhões.

Em entrevistas nos últimos dias a própria presidente defendeu um corte “significativo” no Orçamento. O objetivo do governo é cumprir a meta de superávit primário que é de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

A princípio, o governo iria esperar a aprovação no Congresso das medidas do pacote fiscal, antes da definir o valor do corte. No entanto, já se sabe que a tramitação das duas medidas, agora no Senado, não será vencida antes de findar o prazo legal para o anúncio do contingenciamento que é de um mês após a aprovação do Orçamento, que ocorreu no dia 22 de abril.

O próprio vice-presidente Michel Temer disse que o governo iria fazer um contingenciamento mais “radical” caso o Congresso não aprovasse as medidas. A expectativa é de o corte neste ano supere em muito os contingenciamentos feitos em anos anteriores.

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