Renan diz que ajuste fiscal tira direitos do trabalhador e não corta gastos

Por Luciana Lima -iG Brasília |

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Após ser aprovada na Câmara, a medida que prevê mudanças no seguro desemprego e no abono salarial começará a ser discutida na próxima semana no Senado

O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) deu sinais de que não vai arrefecer as críticas que tem feito semanalmente ao governo. Na próxima semana, o Senado dará início à votação da MP 665, aprovada na Câmara e que já tranca a pauta do Senado.

O presidente da Casa criticou a medida e disse que ela apenas corta direitos dos trabalhadores, no entanto, não corta gastos do Estado. Renan voltou a defender uma pauta indigesta para o Planalto e que virou bandeira do PMDB, tanto da Câmara, como do Senado.

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“Esse ajuste não pode sequer ser chamado de ajuste, porque ele não corta no Estado, não reduz ministérios e faz a reforma do Estado. Ele corta direitos trabalhistas e previdenciários. Eu sempre defendi para o reequilíbrio fiscal da nossa economia um ajuste bem mais profundo”, disse Renan.

Apesar das manifestações de Renan, após a vitória na Câmara com aprovação da medida que prevê mudanças no seguro desemprego e abono salarial, o Planalto espera tempos mais amenos no Senado a partir da próxima semana.


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