Advogados do presidente da Câmara passam a ter acesso a conteúdo de apreensão que faz parte das investigações da Lava Jato, sobre envolvimento de Cunha na corrupção da Petrobras

O presidente da Câmara dos Deputados: um dos alvos da operação investigada pela PF
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
O presidente da Câmara dos Deputados: um dos alvos da operação investigada pela PF

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, nesta sexta-feira (8), a quebra de sigilo da investigação sobre Eduardo Cunha aos advogados do presidente da Câmara dos Deputados. A decisão foi proferida pelo ministro Teori Zavaski, relator da Operação Lava Jato no STF.

Leia mais:
Investigado na Lava Jato, Eduardo Cunha controla postos-chave na CPI

Ao longo de toda a semana, os advogados de Cunha tentavam obter o conteúdo dos dados recolhidos pela Procuradoria Geral da República a respeito do suposto envolvimento do deputado no esquema de corrupção na estatal. 

Leia também:
Lava Jato paira sobre Eduardo Cunha e mais 16 membros do novo Congresso
Com Renan e Eduardo Cunha, lista da Lava Jato é dominada por parlamentares
Lava Jato: confira a lista de políticos envolvidos em escândalo

Na terça-feira (5), o STF autorizou a apreensão de registros do sistema de informática da Câmara para buscar evitar que eventuais provas contra Cunha fossem destruídas. A partir da data, os advogados do deputado passaram a exigir as informações recolhidas. 

Veja os políticos que estão na lista da Operação Lava Jato:




    Leia tudo sobre: eduardo cunha
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.