Morto em acidente de helicóptero, filho caçula de governador Geraldo Alckmin será enterrado em Pindamonhangaba

Após quase 12 horas sendo velado em um hospital da capital paulista, o corpo do filho caçula do governador Geraldo Alckmin, Thomaz Rodrigues Alckmin, foi transferido em cortejo para a cidade de Pindamonhangaba, onde será enterrado, nesta sexta-feira (03).

Veja o momento da queda do helicóptero abaixo:

Por volta das 14h30, o cortejo deixou o Hospital Israelita Albert Einstein, na zona oeste de São Paulo, com mais de uma dezena de veículos pela Avenida Morumbi, passando pela Ponte Cidade Jardim rumo a Marginal Pinheiros. De lá, seguiu para a Rodovia Ayrton Senna em direção ao interior. Pindamonhangaba fica a cerca de 180 km da capital paulista.

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O enterro ocorrerá no Cemitério Municipal de Pindamonhangaba, cidade de origem da família Alckmin. A assessoria de imprensa do governo paulista não informou quem acompanhou o cortejo, com previsão de chegada ao destino por volta das 16h30.

Thomaz será enterrado às 17h. Um esquema de segurança foi montado no cemitério para evitar aglomerações em torno do túmulo do caçula do governador. O Palácio dos Bandeirantes, no entanto, afirma que, pelo fato de o cemitério ser municipal, a população da cidade poderá prestar suas últimas homenagens a Thomaz.

Tragédia na Grande São Paulo
Filho caçula do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Thomaz Alckmin foi confirmado somente à noite, por volta das 22h, como a quinta vítima fatal do acidente de helicóptero que deixou cinco mortos em Carapicuíba, na Grande São Paulo, no final da tarde de quinta-feira (02).

Pai de duas meninas, Thomaz, de 31 anos, era amigo do piloto da aeronave da empresa Seripatri, Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, 53, que também morreu no acidente. Além dos dois, foram a óbito os outros três passageiros que estavam no helicóptero: os mecânicos Paulo Henrique Moraes, 42, Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34.

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A empresa afirma que o helicóptero, com quatro anos de uso, era submetido a um voo-teste no momento do acidente. Em nota, a Seripratri afirmou que a documentação da aeronave e sua manutenção estavam "rigorosamente em ordem" e que o piloto tinha mais de 30 anos de experiência.

A queda da aeronave deixou a casa atingida e o helicóptero completamente destruídos. Dezenas de profissionais do Corpo de Bombeiros, apoiados por oito viaturas, trabalharam no local do acidente ao longo de mais de duas horas para buscar por possíveis vítimas.

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