O juiz Sérgio Moro determinou a apresentação de Renato de Souza Duque, mediante escolta da Polícia Federal

Começou há pouco a sessão da CPI da Petrobras convocada para ouvir o depoimento do ex-diretor da estatal Renato Duque.

O ex-diretor da Petrobras diz que, por orientação de sua defesa, vai ficar calado, reservando-se ao direito constitucional ao silêncio. "Existe uma hora de falar e uma hora de ficar calado", finalizou.

Apesar do silêncio do ex-diretor Renato Duque, os deputados presentes na CPI vão insistir e encaminhar suas perguntas.

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Duque foi preso na segunda-feira (16) pela Polícia Federal, durante a deflagração da 10ª Fase da Operação Lava Jato, no Rio de Janeiro, em um condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, enquanto tomava café com a família. Na casa do ex-diretor da Petrobras foram apreendidas mais de cem obras de arte, além de relógios e canetas. Após a prisão, ele foi transferido para Curitiba.

O depoimento de Duque estava marcado para ocorrer no auditório da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, mas o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), suspendeu, nesta quarta-feira (18), Ato 82 da Mesa Diretora da Casa, de 12 de julho de 2006, para permitir o depoimento na Câmara.

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