Manifestantes pró-Ditadura e pró-Aécio começam concentração na Paulista

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Forte aparato policial acompanha movimentação no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP)

Manifestantes estão voltando às ruas das principais capitais do País neste sábado (6) para protestar contra as denúncias de corrupção no governo Dilma Rousseff (PT).

Futura Press/Vilmar Bannach
Manifeestantes pró-ditadura e pró-Aécio dividem vão do MASP na Avenida Paulista

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"Corrupção reforça necessidade da independência do Judiciário", diz juiz federal

O ato, convocado pelas redes sociais, dessa vez contou com a participação engajada de lideranças tucanas como o senador e candidato derrotado ao Planalto, Aécio Neves, seu vice na chapa, senador Aloysio Nunes Ferreira e o ex-governador paulista e senador eleito pelo estado em 2014, José Serra.

Provável adversário de Aécio na disputa por uma vaga na cabeça de chapa presidencial em 2018, o governador paulista Geraldo Alckmin não se envolveu na mobilização.

Veja imagens do ato: 


Cartaz cobra: impugnação da candidatura ou intervenção. Foto: Paulo Pinto/ Fotos PúblicasForte aparato policial acompanhou manifestação na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/ Fotos PúblicasFaixas em apoio à intervenção militar foram exibidas no ato. Foto: Paulo Pinto/ Fotos PúblicasManifestantes iniciam caminhada contra governo Dilma Rousseff na Paulista. Foto: Paulo Pinto/ Fotos PúblicasManifeestantes pró-ditadura e pró-Aécio dividem vão do MASP na Avenida Paulista. Foto: Futura Press/Vilmar Bannach


Vão do MASP dividido

Aécio, por sua vez, chegou a enfatizar em vídeo gravado durante a semana que as manifestações fossem realizadas "dentro dos limites da democracia". Não foi o que se viu na capital paulista, por exemplo.

Em São Paulo, a concentração já se iniciou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP) sob forte aparato policial. Algumas dezenas de pessoas se dividiam em dois grupos distintos. Um pró-Aécio Neves e outro favorável à intervenção militar.

A Polícia Militar, que acompanha o ato, estima que quatro mil pessoas estão participando da manifestação.

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