Brasileiros vão às urnas na eleição presidencial mais imprevisível desde 1989

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Nem mesmo as últimas pesquisas dos dois principais institutos conseguiram apontar um favorito claro para a vitória

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Medida visa proteger sigilo e impedir que eleitores comprovem voto por algum tipo de pressão ou troca de favores

Quase 143 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo para escolher o próximo presidente da República na eleição mais imprevisível, sem que nem mesmo as últimas pesquisas dos dois principais institutos tenham conseguido apontar um favorito claro para a vitória.

A presidente Dilma Rousseff, que aparece em vantagem numérica nos levantamentos, torce para que o histórico de mais abstenções nas regiões onde seu partido, o PT, é mais bem votado não seja um fator determinante no resultado. Já Aécio Neves, do PSDB, diz confiar que vai conseguir uma virada como a que protagonizou no primeiro turno.

Aécio começou a disputa como o adversário forte que poderia impedir a reeleição de Dilma. Mas a entrada de Marina Silva (PSB) na corrida presidencial, em substituição ao candidato Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em meados de agosto, derrubou o tucano para um distante terceiro lugar.

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Aécio aparece na janela da casa da família em São João Del Rei com a mulher Letícia, os gêmeos Julia e Bernardo e a mãe Inês (25/10). Foto: Igo Estrela/Coligação Muda BrasilAécio visita o túmulo de seu avô, o presidente Tancredo Neves, e de sua avó Risoleta Neves, na Igreja de São Francisco de Assis, em São João Del Rei (25/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilNo último dia de campanha das eleições 2014, Aécio Neves faz uma caminhada em São João Del Rei (25/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilDilma encerra a campanha nas eleições 2014 em Porto Alegre (25/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Dilma faz campanha ao lado de Tarso Genro, que concorre ao governo do Rio Grande do Sul, na véspera das eleições (25/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Aécio e Dilma posam juntos pouco antes do debate da TV Globo (24/10). Foto: ReutersDilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) participaram na noite desta sexta-feira (24) de um debate presidencial na Rede Globo. Foto: Reuters/Ricardo MoraesAo lado da filha Gabriela, Aécio Neves (PSDB) concede entrevista coletiva no Rio de Janeiro (23/10). Foto: Divulgação/PSDBDilma Rousseff sorri durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro (23/10). Foto: Ichiro Guerra/Dilma 13Aécio se enrola em bandeira do Brasil em comício na praça da Estação, em Belo Horizonte, Minas Gerais (22/10). Foto: Bruno Magalhães/Coligação Muda BrasilDupla Cesar Menotti e Fabiano sobe no palanque ao lado de Aécio Neves em ato na praça da Estação, em Belo Horizonte, Minas Gerais (22/10). Foto: Bruno Magalhães/Coligação Muda BrasilCom uma faixa com os dizeres 'Diga não a violência contra a mulher', Dilma participa de caminhada em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (22/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Ao lado de Fernando Pimentel, governador eleito em Minas, e políticos do PT, Dilma faz campanha em Uberaba (22/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Aécio Neves faz campanha em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e reúne eleitores nesta terça-feira (21/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilLula também acompanha Dilma Rousseff em carreata no Recife (21/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Ao lado de Lula, Dilma visita fábrica em Goiana, em Pernambuco (21/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Dilma Rousseff manda coraçãozinho para eleitores em comício em Petrolina, em Pernambuco (21/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Dilma Rousseff recebe apoio de artistas e jovens em ato político em São Paulo (20/10). Foto: Divulgação/PTDilma Rousseff recebe apoio do ator Henri Castelli em ato político em São Paulo (20/10). Foto: Divulgação/PTAo lado da cantora Fafá de Belém e do ex-jogador Ronaldo, Aécio faz ato de campanha em Belém do Pará (20/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilAécio visita o Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG) (20/10). Foto: Igo Estrela/Coligação Muda BrasilCandidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves a postos para o debate da Rede Record na noite deste domingo (19/10). Foto: Nacho Doce/ ReutersReação de Aécio Neves durante terceiro debate entre os candidatos à Presidência no segundo turno das eleições (19/10). Foto: Andre Penner/APReação de Dilma Rousseff durante o terceiro debate do segundo turno das eleições presidenciais (19/10). Foto: Andre Penner/APAécio Neves faz caminhada e carreata por Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (19/10). Foto: Marcos Fernandes/Coligação Muda BrasilAo lado da mulher Letícia, Aécio neves faz carreata em Copacabana, no Rio de Janeiro, e distribui autógrafos (19/10). Foto: Marcos Fernandes/Coligação Muda BrasilEleitores tentam se aproximar de Dilma em ato de campanha em Curitiba, no Paraná (17/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Dilma cumprimenta eleitores em agenda de campanha em Florianópolis (17/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Em agenda de campanha em Florianópolis, Dilma Rousseff (PT) voltou a atacar o adversário Aécio e seu partido, o PSDB (17/10). Foto: ReutersAécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) participam do segundo debate presidencial do segundo turno, realizado pelo SBT na noite desta quinta-feira (16/10). Foto: ReproduçãoAécio neves durante intervalo do debate no SBT, o segundo do segundo turno das eleições (16/10). Foto: AP Photo/Andre PennerAssessores e profissionais arrumam Dilma durante intervalo de debate no SBT (16/10). Foto: AP Photo/Andre PennerAécio atende jornalistas em São Paulo (16/10). Foto: Vitor Sorano/iGAécio faz ato político em São Paulo e assina Termo de Compromisso do Projeto Presidente Amigo da Criança (15/10). Foto: Marcos Fernandes/Coligação Muda BrasilDilma participa de ato de apoio aos professores em São Paulo (15/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Dilma e Aécio durante o primeiro debate do segundo turno das eleições, na Band (14/10) . Foto: ReutersDilma dá entrevista coletiva em São Paulo antes do primeiro debate na TV no segundo turno das eleições (14/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Aécio Neves também atende à imprensa antes de debate em São Paulo (14/10). Foto: Marcos Fernandes/ Coligação Muda BrasilAécio Neves durante ato político em Curitiba, no Paraná (13/10). Foto: Igo Estrela/PSDB - 13.10.2014Dilma faz ato de apoio a sua candidatura em Brasília (13/10). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Também em Brasília, Dilma Rousseff recebe Roberto Amaral, líder do PSB (13/10). Foto: Ichiro Guerra/Dilma 13No dia das crianças, Dilma visita Centro Educacional Unificado (CEU) Jambeiro, em Guaianases, São Paulo, e assiste à apresentação de ginástica (12/11). Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13Fernando Pimentel, governador eleito em Minas, faz carreata com Dilma Rousseff em Contagem e ataca de fotógrafo (11/10). Foto: Ichiro Guerra/PTEleitores se apertam para chegar perto de 
Dilma Rousseff depois de caminhada e carreata na cidade mineira de Contagem (11/10). Foto: Ichiro Guerra/PTMarcelo Crivella, que concorre ao segundo turno do governo do Rio de Janeiro contra Pezão, faz campanha por Dilma em São João de Meriti (10/10). Foto: Edvaldo Reis/Crivella 10Dilma participa de ato de mobilização com prefeitos e representantes dos movimentos sociais em Alagoas (9/10). Foto: Ichiro Guerra/PTDilma em campanha na zona sul de SP. Foto: Fotos PúblicasAécio faz carreata ao lado de políticos em Sirinhaém, em Pernambuco (11/10). Foto: Igo Estrela/Coligação Muda BrasilAécio assiste à missa na Basílica de Nossa Senhora Aparecida com a esposa Letícia, Geraldo Alckmin e a esposa do governador, Lu Alckmin (12/10). Foto: Marcos Fernandes/Colig. Muda BrasilAo lado da filha Gabriela, Aécio visita Renata Campos e a família de Eduardo Campos no Recife (11/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilFilho de Eduardo Campos discursa ao lado de Aécio Neves no Recife. PSB e família Campos apoiam tucano no segundo turno das eleições (11/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilAécio recebeu apoio formal do PSB de Pernambuco e de família de Eduardo Campos. Foto: DivugaçãoMais de 10 mil pessoas lotaram a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, para manifestação em apoio à candidatura de Aécio Neves (11/10). Foto: Bruno Magalhães/Coligação Muda BrasilAécio Neves se reúne com Armínio Fraga no Rio de Janeiro. Se eleito, tucano já disse que ex-presidente do Banco Central será ministro da Fazenda (10/10). Foto: Marcos Fernandes/Colig. Muda BrasilAécio Neves durante a primeira inserção de TV do segundo turno (9/10). Foto: ReproduçãoAécio Neves participa de entrevista coletiva depois de dia de compromissos no Rio de Janeiro (9/10). Foto: Marcos Fernandes/Coligação Muda BrasilDilma Rousseff abriu o horário eleitoral na televisão no segundo turno das eleições (9/10). Foto: ReproduçãoDilma Rousseff (PT) participa de encontro com apoiadores no Museu du Ritmo em Salvador nesta quinta-feira (9/10). Foto: Divulgação/PTDilma Rousseff (PT) posa junto com eleitora em evento de campanha em Teresina, no Piauí (8/10) . Foto: Dilvulgação/PTCorreligionários do PT participaram de evento com Dilma Rousseff no Piauí (8/10). Foto: Divulgação/PTPresidente Dilma cumprimenta eleitores em ato político com lideranças e prefeitos em Teresina (PI) (8/10). Foto: Divulgação/PTAécio Neves(PSDB) recebe apoio dos dirigente do PSB, partido de Marina Silva (8/10). Foto: Divulgação/PSDBAécio Neves (PSDB) relança sua campanha à Presidência da República no Memorial JK em Brasília (08/10). Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaPastor Everaldo declara apoio ao tucano no segundo turno (8/10). Foto: PSDB/ DIVULGACAO - 8.10.14A presidente Dilma Rousseff se reuniu nesta terça-feira com senadores e governadores eleitos da base aliada (7/10) . Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaDilma Rousseff (PT) em reunião de mobilização  para a campanha de segundo turno  (7/10). Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaDilma Rousseff (PT) participa de reunião de mobilização em Brasília, nesta terça-feira (7/10). Foto: Divulgação/PTAécio Neves participa de encontro com trabalhadores da construção civil na manhã desta terça-feira, em São Paulo (7/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilGeraldo Alckmin, governador reeleito no primeiro turno em São Paulo, participa de dia de campanha de Aécio Neves na capital paulista (7/10). Foto: Orlando Brito/Coligação Muda BrasilAécio Neves faz campanha para o segundo turno e visita obras na Chácara Santo Antônio, em São Paulo, ao lado de José Serra, eleito senador, e José Aníbal (7/10). Foto: Vitor Sorano/iGAécio Neves (PSDB) cumprimenta Geraldo Alckmin, governador reeleito de São Paulo, em coletiva de imprensa na capital paulista (6/10) . Foto: Divulgação/PSDBUm dia depois das eleições, Dilma Rousseff, que disputa o segundo turno com Aécio Neves, recebe jornalistas em Brasília (6/10). Foto: Cadu Gomes/ Dilma 13Dilma chega para coletiva de imprensa depois do resultado do primeiro turno das eleições ao lado de Michel Temmer, vice em sua chapa para a Presidência (5/10). Foto: Agência BrasilPresidente e candidata Dilma Rousseff fala com a imprensa após apuração de votos que a levou para o segundo turno com Aécio Neves. Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaAécio Neves (PSDB) comemora chegada ao segundo turno das eleições presidenciais em Belo Horizonte neste domingo (05). Foto: Divulgação/PSDBAo lado da esposa Letícia e de partidários, Aécio Neves participa de coletiva depois de chegar ao segundo turno das eleições presidenciais (5/10). Foto: Agência BrasilAécio Neves, candidato à Presidência pelo PSDB, em votação em Belo Horizonte (5/10). Foto: Agência BrasilDilma volta para Brasília depois de votar em Porto Alegre (5/10). Foto: Paulo Whitaker/ReutersDilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição pelo PT, vota na manhã deste domingo em Porto Alegre. Ela foi a primeira presidenciável a votar (5/10). Foto: Felipe Dana/AP

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Impulsionado pelos ataques que as campanha petista e tucana faziam contra Marina, Aécio reassumiu o segundo lugar na última hora, garantindo uma vaga para a votação deste domingo.

Já na campanha do segundo turno, Aécio apareceu à frente de Dilma nas primeiras pesquisas Datafolha e Ibope, mas em situação de empate técnico, já que a diferença entre os dois estava dentro da margem de erro. Em meados da última semana a presidente ultrapassou o tucano e conseguiu abrir vantagem fora da margem de erro.

Neste sábado, O Datafolha voltou a mostrar os dois em empate técnico, com o placar favorável a Dilma em 52% a 48%. Pelo Ibope, a vantagem da petista que era de 8 pontos percentuais recuou para 6, em 53% a 47%.

Considerando a migração de votos de última hora que ocorreu no primeiro turno, segundo os institutos, é praticamente impossível fazer uma previsão para este domingo.

Na véspera do primeiro turno, o Datafolha mostrava Dilma com 44% dos votos válidos, Aécio com 26% e Marina com 24%. Pelo Ibope, os números eram 46%, 27% e 24%, respectivamente.

Nas urnas, Dilma teve 41,6% dos votos válidos, Aécio chegou a 33,6% e Marina ficou com 21,3%.

Desde 1989, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentou Fernando Collor de Mello (PRN) no segundo turno, os brasileiros não iam às urnas com tantas incertezas sobre quem vencerá.

Nas cinco eleições presidenciais seguintes, a partir do momento que se estabeleceu um favorito, a dúvida maior foi se a disputa seria encerrada no primeiro turno, como aconteceu em 1994 e 1998 com o tucano Fernando Henrique Cardoso, ou teria que esperar a segunda rodada, como nas duas vitórias do petista Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002 e 2006, e na eleição de Dilma, em 2010.

Em 1989, Collor venceu no segundo turno conquistando 53,03% dos votos válidos, contra 46,97% de Lula.

A expectativa agora é de que pouco depois das 20h no horário de Brasília, quando fecham as últimas urnas no Acre, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já terá condições de anunciar quem governará o Brasil nos próximos quatro anos.

Ataques e radicalização

Além da imprevisibilidade com viradas dramáticas, a campanha eleitoral deste ano ficará marcada pelos incansáveis ataques entre os principais candidatos e pela crescente radicalização na polarização PT x PSDB, que domina as disputas presidenciais há 20 anos.

Se no primeiro turno Marina foi alvo tanto de Dilma como de Aécio por supostos riscos que suas propostas trariam às pessoas, por suas contradições ou por suas origens petistas, no segundo a artilharia foi concentrada sobre corrupção, contra Dilma, e na gestão em Minas Gerais e no suposto risco de perdas de conquistas sociais, contra Aécio.

As denúncias em torno de um suposto esquema de sobrepreços de contratos da Petrobras para alimentar partidos e políticos governistas, que ocupou grande espaço do noticiário e dos ataques durante a campanha, atingiu o ápice com a publicação da última edição da revista Veja antes do pleito.

A reportagem de capa trouxe o que seria declaração do doleiro Alberto Youssef dizendo que tanto Dilma como Lula saberiam do suposto esquema de corrupção envolvendo a Petrobras. Na sua propaganda na TV, a presidente rebateu a acusação e disse que a revista "excedeu todos os limites da decência e da falta de ética".

A nova denúncia, como não poderia deixar de ser, foi trazida à tona por Aécio no último debate entre os dois na TV Globo, na sexta-feira.

No debate, o tucano bateu na tecla de que para acabar com a corrupção no governo é preciso trocar o governo, enquanto Dilma martelou que quando o PSDB comandou o país, nos dois mandatos de FHC, houve grande desemprego e arrocho salarial.

A petista atacou também pontos da gestão de Aécio como governador de Minas Gerais e ainda usou o fato de ter tido mais votos que ele no Estado o primeiro turno para mostrar que o governo do tucano não fora bem-sucedido, mesmo com a propaganda dele repetindo sempre o altíssimo nível de aprovação popular de sua administração.

Se a campanha de Aécio mostrava inúmeras obras paradas e inacabadas no país, a propaganda de Dilma apontava para o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, anunciado pelo tucano como seu futuro ministro da Fazenda se for eleito, como encarnação de todos os riscos para as conquistas sociais.

Frases de efeito

Mas a campanha não foi feita só de ataques. Os candidatos apresentaram inúmeras propostas.

Dilma falou em ampliar o programa Mais Médicos com o Mais Especialidades e prometeu que não mexerá nos direitos trabalhistas "nem que a vaca tussa".

Aécio, por sua vez, repetiu inúmeras vezes a palavra previsibilidade, geralmente de forma bem pausada, quando tratava dos temas econômicos. E prometeu, com sua vitória, "libertar" o país do PT.

Mas talvez a frase mais marcante desta eleição seja aquela pronunciada por Campos na véspera do acidente que lhe tirou a vida. "Não vamos desistir do Brasil."

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