“Aécio, vai chorar na Cantareira”, grita militância do PT na Avenida Paulista

Por Anderson Passos - iG São Paulo | - Atualizada às

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Milhares de militantes tomaram a região central da capital paulista para celebrar a vitória; PM fez segurança no local

Assim que foi anunciada a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), por volta das 20h30 deste domingo (26), a militância petista se dirigiu a Avenida Paulista, na região central de São Paulo. Os militantes se concentraram em frente ao prédio da TV Gazeta, onde um trio elétrico os aguardava para a festa da vitória.

Entre outros gritos de ordem, os petistas fizeram piada com a crise hídrica em São Paulo, Estado governado pelo governo tucano Geraldo Alckmin e no qual Aécio Neves (PSDB) teve a maioria de votos. “Aécio, vai chorar na Cantareira, nossa vitória é brasileira’, gritaram os militantes, fazendo referência ao sistema de abastecimento de água em São Paulo.

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Alice Vergueiro/Futura Press
Militantes do PT comemoram vitória de Dilma Rousseff na noite deste domingo (26) em frente o prédio da TV Gazeta na av. Paulista, região Central de São Paulo


A militância petista tomou dois trechos da Paulista neste domingo, a região da própria TV Gazeta e as proximidades do Masp (Museu de Arte de São Paulo). Um grande contingente de policiais militares estava a postos para garantir a segurança.

O presidente do estadual de São Paulo, Emídio de Souza, saudou a militância petista na Paulista, agradecendo o seu empenho nos dois turnos das eleições presidenciais. Emídio destacou o papel do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva na campanha.

Discurso: “Não acredito que as eleições tenham dividido o Brasil ao meio”, diz Dilma

Questionado pela imprensa, Emídio desconversou sobre a possibilidade da participação de Lula se maior no segundo mandato de Dilma. O dirigente ainda atacou a revista Veja, que publicou em sua última edição uma matéria associando o ex-presidente e a presidente reeleita a corrupção na Petrobras, com base num suposto trecho do depoimento do ex-diretor da estatal à Justiça.

No entanto, Emídio pediu que os militantes não fizessem protestos com violência contra publicação. “Quem vai quebrar a Veja são eles mesmos e não nós. Com esse jornalismo de esgoto que praticam”, afirmou o dirigente petista.


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