Troca de ataques entre os postulantes ao Planalto deu lugar a temas como empregos, segurança e saneamento

No quarto e último bloco do debate entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) na TV Globo, os candidatos ao Planalto tornaram a responder perguntas de eleitores e os ataques tiveram menos espaço.

Dilma e Aécio no estúdio da Globo para o último debate do segundo turno
Reuters/Ricardo Moraes - 24.10.14
Dilma e Aécio no estúdio da Globo para o último debate do segundo turno

No item empregos, o tucano enfatizou que os postos de trabalho na indústria estão em risco e que é preciso eleger um novo governo para estimular a credibilidade interna.

A petista, por sua vez, apontou que a taxa de desemprego do País é de 4,9% e comentou que o Pronatec é um programa capaz de ajudar pessoas mais experientes a se recolocarem no mercado de trabalho.

No quesito saneamento, Dilma destacou que o governo federal investe “R$ 76 bilhões em parceria com estados e municípios porque não pé o governo federal que realiza a obra. Mas nós achamos que o governo federal tem obrigação de botar o dinheiro”.

Veja imagens dos candidatos no debate da TV Globo:

Já Aécio disse que vai cuidar do tema diretamente e cobrou promessa de desonerar impostos para empresas de saneamento. Dilma atalhou que o tucano não poderia fazer isso porque não é atribuição do governo federal esse tipo de intervenção por se tratar de improbidade administrativa e que o foco é fazer parcerias com estados e municípios.

Segurança

No item segurança, tucano reclamou da ausência do governo federal e que as fronteiras estão desguarnecidas e disse que, se eleito, a relação com países produtores de droga será diferenciada.

Dilma, por sua vez, destacou ações conjuntas entre União, Estados e Municípios e disse que seu governo irá se empenhar em cooperar com esses entes federados. Emendou que esses investimentos somaram R$ 17 bilhões e que na Copa do Mundo, órgãos como Exército e Polícias Rodoviárias se integraram às forças de segurança nos estados.

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