Lado tucano do debate também comemora tom mais ameno

O debate entre Dilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição pelo PT, e Aécio Neves, candidato do PSDB, na Rede Record na noite deste domingo (19) teve um tom mais ameno do que os encontros anteriores deste segundo turno. O governador da Bahia, Jacques Wagner (PT), sugere que essa mudança é uma resposta do que a campanha sentiu de seus eleitores. 

O debate: Dilma e Aécio trocam agressividade por guerra de números 

Segundo o petista, foi vista uma rejeição do eleitor à agressividade do encontro entre os presidenciáveis. "As duas campanhas têm pesquisas qualitativas. Receberam o mesmo input (resultado) de que não leva a nada", disse Wagner.


No encontro desta noite, petistas comemoraram o que consideram um debate mais propositivo. "Está bem qualificado (e) ela tem mais argumentos. Ele foge da comparação com o Fernando Henrique Cardoso", disse o ministro da Casa Civil, Aloysio Mercadante.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que há falas "contundentes", mas "dentro daquilo que a gente espera".

Tucanos também ressaltam tom ameno

O candidato a vice na chapa de Aécio Neves (PSDB), Aloysio Nunes, também comemorou o tom ameno. "Está tudo bem", resumiu. 

"Da nossa parte, nós sempre estávamos preparados para fazer o debate de ideias", completou o depurado federal Duarte Nogueira (PSDB-SP), próximo da equipe de campanha do tucano.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.