Estou confiante de que há uma vontade de renovação em SP, diz Paulo Skaf

Por Vitor Sorano e Amanda Campos | iG São Paulo | - Atualizada às

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Candidato ao Governo de São Paulo afirmou que não é hora para falar de pesquisas. Segundo o Datafolha, Geraldo Alckmin (PSDB) venceria a disputa já no primeiro turno

O candidato do PMDB ao Governo de São Paulo, Paulo Skaf, afirmou na manhã deste domingo que não é hora nem dia para falar de pesquisas. "A gente costuma falar de números de eleição só depois da apuração", afirmou o peemedebista após acompanhar o voto de Gilberto Kassab (PSD), candidato ao Senado e parte da coligação do PMDB ao Governo de SP. "Estou muito animado. Estou com confiança de que em São Paulo há uma vontade de renovação", completou.

De acordo com o Datafolha, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), venceria a disputa no primeiro turno. Números mostram Alckmin com 50% das intenções de voto, seguido de Skaf (22%), e Alexandre Padilha, do PT, com 11%.

Após votar na Escola Britânica de São Paulo, no Jardim Paulistano, o candidato do PMDB minimizou as pesquisas que apontam uma vitória de Alckmin já no primeiro turno. "Vamos aguardar a apuração e ver a realidade. Nós sabemos muito bem as surpresas em relação à pesquisas e o resultado das urnas na história das eleições que tivemos em São Paulo, em outros estados brasileiros centenas de vezes. Vamos aguardar com serenidade o resultado e a partir daí vamos traçar nosso destino", afirmou.

Skaf ainda manteve a estratégia de não declarar seu voto em Dilma Rousseff (PT), que está coligada com o PMDB nesta eleição. "Eu já falei para vocês que votei com o meu partido", limitou-se a dizer.

Kassab faz brincadeira com Skaf durante votação. Assista ao vídeo:

Candidatos votam neste domingo. Veja fotos:

Dilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição pelo PT, vota na manhã deste domingo em Porto Alegre. Ela foi a primeira presidenciável a votar (5/10). Foto: Felipe Dana/APV da vitória de Dilma Rousseff na urna em Porto Alegre (5/10). Foto: Paulo Whitaker/ReutersDilma exibe comprovante de votação (5/10). Foto: Paulo Whitaker/ReutersTarso Genro, candidato do governo do Rio Grande do Sul pelo PT, acompanhou Dilma Rousseff na votação (5/10). Foto: Paulo Whitaker/ReutersDilma acena ao deixar o local de votação em Porto Alegre. A presidente e candidata à reeleição pelo PT passará a tarde e irá acompanhar a apuração em Brasília (5/10). Foto: Felipe Dana/APNo dia da eleição, presidente e candidata à reeleição pelo PT Dilma Rousseff toma café da manhã com políticos em Porto Alegre (5/10). Foto: Fernando Teixeira/Futura PressDilma Rousseff deixa o hotel onde tomou café da manhã em Porto Alegre para seguir para o seu colégio eleitoral (5/10). Foto: Twitter/PTEduardo Jorge vai de bicicleta até o seu colégio eleitoral. Ele concorre à Presidência pelo PV (5/10). Foto: Reprodução/TwitterFamília de Skaf reunida na votação do candidato do governo de São Paulo pelo PMDB (5/10). Foto: Vitor Sorano/iGAo lado da família, Skaf segue para a escola Britânica, no Jardim Paulistano, seu local de votação (5/10). Foto: Vitor Sorano/iGSkaf, candidato ao governo de São Paulo pelo PMDB, também tem a companhia do neto no dia de votação (5/10). Foto: Vitor Sorano/iGPadilha, candidato ao governo de São Paulo pelo PT, se reúne com cúpula do partido para café da manhã no Hotel Braston antes da votação (5/10). Foto: Bruno Winckler/iGKassab, candidato do Senado em São Paulo pelo PSD, vota na capital paulista (5/10). Foto: André Lucas Almeida/Futura PressPaulo Skaf, candidato ao governo de SP pelo PMDB, e Michel Temmer, vice presidente, acompanham Kassab, que concorre ao Senado, em seu local de votação (5/10). Foto: Vitor Sorano/iGCesar Maia, candidato ao senado no Rio de Janeiro, em seu local de votação (5/10). Foto: Carlos Monteiro/Futura Press

"Ainda não se definiu", diz Temer sobre 2° turno em SP

Quem também acompanhou o ex-prefeito de São Paulo foi o vice-presidente Michel Temer (PMDB). Ele afirmou acreditar na ida do presidente licenciado da Fiesp para o segundo turno. Perguntado se a resistência de Skaf em declarar apoio diretamente à presidente Dilma contribuiu para a baixa intenção de votos do peemedebista, Temer diz que não.

"Acho que não. No instante em que ele falava 'vou votar em Temer, acompanhou meu partido', ele está votando na Dilma. Então acho que não atrapalhou, não. Ele fez uma campanha muito digna, muito correta, muito adequada, e ainda não se definiu, não se sabe se vai ter segundo turno ou não", declarou.

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