Pastor Everaldo tenta driblar regra de debate e toma bronca de William Bonner

Por Vitor Sorano - iG São Paulo | - Atualizada às

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Candidato do PSC devia fazer pergunta sobre previdência, mas aproveitou oportunidade para criticar governo federal

Pastor Everaldo (PSC) foi repreendido pelo apresentador William Bonner por tentar driblar as regras do debate da TV Globo e, pela segunda vez, dar a Aécio Neves (PSDB) uma oportunidade para criticar o governo Dilma.

Sete presidenciáveis que participaram do debate da TV Globo na noite desta quinta-feira (02). Foto: ReutersDiferentemente dos outros debates, os candidatos não estavam em púlpitos, mas sentados em cadeiras  . Foto: ReproduçãoLuciana Genro (PSOL) abriu o debate fazendo perguntas para candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Foto: ReproduçãoPresidenciáveis Marina e Dilma se cumprimentam antes do debate . Foto: ReutersAécio e Dilma se encontram na chegada ao estúdio do debate da Globo . Foto: APAécio Neves e Marina Silva, candidatos do PSDB e do PSB à Presidência, cumprimentam-se antes do debate na TV Globo. Foto: Ricardo Moraes/Reuters - 2.10.14Dilma e Rousseff são fotografadas pouco antes do debate da Rede Globo . Foto: AP

O episódio ocorreu no segundo bloco, em que os candidatos faziam perguntas sobre temas sorteados pelo apresentador. Everaldo escolheu questionar Aécio, e foi informado de que deveria fazer uma pergunta sobre previdência. Mas decidiu perguntar a opinião do tucano sobre o "Programa de Aceleração da Corrupção", em referência ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).

"Peço licença", disse Bonner, mostrando novamente o papel sorteado que mostrava a palavra "previdência". "O senhor pode fazer uma pergunta, pastor, sobre previdência, em respeito às regras do debate."

Rindo, Everaldo lançou a Aécio:

"O que o senhor quer dizer sobre a Previdência do Brasil?"

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No primeiro bloco, Everaldo já havia aproveitado sua intervenção para dar uma oportunidade a Aécio de criticar o governo de Dilma Rousseff (PT), ao perguntar sobre o uso político dos Correios, em referência à denúncia de que a estatal beneficiou a candidata do PT durante a eleição.


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