Ministro da Justiça critica uso eleitoral de investigações da Polícia Federal

Por Vitor Sorano - iG São Paulo |

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"Há quem, óbvio, queira aproveitar", disse o ministro Cardozo que acompanhou debate entre presidenciáveis neste domingo

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou neste domingo (28) os adversários de Dilma Rousseff (PT) por explorarem eleitoralmente as investigações da Policia Federal (PF). "Há quem, óbvio, queira aproveitar", disse Cardozo, após defender que a PF tem feito as apurações de forma isenta e imparcial. A declaração foi dada nos bastidores do debate entre presidenciáveis.

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Vanderlei Preite Sobrinho
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, no debate presidencial da TV Record, na noite deste domingo (28)

A passagem do ministro no debate da TV Record foi marcada por uma saia justa. Cardozo não desligou o celular, que tocou justamente no momento em que a presidente Dilma, candidata à reeleição, falava. Quando percebeu que seu celular ainda estava ligado, Cardoso corou. Grande parte da plateia se virou para acompanhá-lo desligar o aparelho.

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Na plateia de aliados de Dilma também estavam petistas estrelados como o senador paulista Eduardo Suplicy, que concorre à reeleição. Ele estava sentado ao lado de Rui Falcão, presidente do partido e deputado estadual por São Paulo. Suplicy e Falcão comentaram o debate ao pé do ouvido. Os dois fizeram cara de desânimo quando a TV decidiu recusar o primeiro pedido de resposta feito por Dilma.

Duas figuras fundamentais da campanha da pessebista Marina Silva à Presidência da República, a herdeira do banco Itaú Neca Setúbal e o presidente do PSB, Roberto Amaral, acompanharam o debate presidencial da TV Record juntos. Uma bolsa, colocada sobre uma cadeira, separava os dois. Ao lado de Neca estava o biólogo João Paulo Capobianco, que além de amigo pessoal de Marina, é considerado seu braço direito.

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