Presidente disse que não vai atrelar preço do combustível brasileiro ao petróleo no mercado internacional

Em encontro com taxistas na região central de São Paulo, neste sábado (6), a presidente e candidata a reeleição Dilma Rousseff (PT) sinalizou aumento nas tarifas de combustíveis, mas garantiu que "não háverá tarifaço".

Sensus:  Pesquisa aponta empate técnico entre Dilma e Marina no primeiro turno

Segundo ela, o que pode haver é um pequeno aumento no combustível. “Outra coisa é dar aumento de 40% a 50%, como alguns candidatos defendem”, disse. “Tem gente querendo que a gente atrele o preço da gasolina e do diesel ao preço do petróleo no mercado internacional. Ou seja, em vez do Brasil definir o preço, quem definiria seria o mercado. Não é correto isso".

Durante o encontro, Dilma também assumiu o compromisso de mudar a Constituição para que a segurança pública não seja mais apenas responsabilidade dos Estados.
“Se o crime age de forma organizada, não podemos agir de forma fragmentada”, afirmou.

Entre as promessas do candidata está a adoção permanente do esquema de segurança usado durante a Copa, com a criação dos Centros do Comando e Controle, que uniram Polícia Militar, Civil, Federal, Rodoviária Federal e as Forças Armadas.

“Com isso, tivemos uma segurança de qualidade, organizada, todo mundo junto enfrentando tudo o que pudesse acontecer”, explicou a presidenta, que pretende continuar respeitando a autonomia dos Estados e as linhas de comando nas diferentes situações.

Veja momentos da campanha da presidente:

Depois, ao lado do candidato ao governo do Estado de São Paulo pela sigla, Alexandre Padilha, e da Eleonora Menicucci de Oliveira,  ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Dilma também participou de um encontro com mulheres, na Quadra dos Bancários, na Sé.



    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.