PSB fechou, ainda sob a direção de Eduardo Campos, alianças locais que provocaram rusgas com a então candidata a vice

Reuters

O PSB não constrangerá a ex-senadora Marina Silva , que será confirmada na quarta-feira (20) a assumir o comando da chapa presidencial após a morte de Eduardo Campos , a subir em palanques em que não se sentir à vontade, afirmou o líder da bancada no Senado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, nesta terça-feira (19).

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Marina Silva, vice-presidente Michel Temer e políticos participam de missa a Eduardo Campos e vítimas do acidente aéreo em Santos (19/8)
Beto Nociti/Futura Press
Marina Silva, vice-presidente Michel Temer e políticos participam de missa a Eduardo Campos e vítimas do acidente aéreo em Santos (19/8)

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O PSB fechou, ainda sob a direção de Campos, alianças locais que provocaram rusgas com a então candidata a vice, Marina. Em São Paulo, por exemplo, há acordo com o PSDB de Geraldo Alckmin , e no Rio de Janeiro com Lindbergh Farias , do PT.

"Ela fará a campanha com o partido. Não vamos obrigar ou constranger Marina a fazer o que não se sentir à vontade", afirmou, após missa de sétimo dia em homenagem a Campos na Catedral Metropolitana de Brasília.

Segundo Rollemberg, os diretórios estaduais darão continuidade aos acordos e farão as campanhas pelos candidatos com os quais fecharam alianças de maneira independente. "O PSB de São Paulo fará a campanha do Alckmin sem problemas."

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O PSB deve oficializar a candidatura de Marina ao Planalto na quarta-feira, data em que também deve divulgar novo nome para a vice na chapa. Lideranças do partido e de outras siglas coligadas têm mantido conversas e negociações para o anúncio definitivo da chapa.

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