PSB e demais partidos coligados terão prazo apertado para resolver problemas e indicar nome que substituirá Campos

O PSB e os demais partidos que compunham a base de apoio à candidatura presidencial de Eduardo Campos terão um prazo apertado para resolver as divergências internas e definir o futuro da chapa. Embora a lei eleitoral dê à coligação um prazo de dez dias para indicar um substituto para a cabeça de chapa, a proximidade do início do horário eleitoral no rádio e na televisão, na próxima semana, tende a elevar a pressão para que a legenda decida se vai de fato indicar a ex-senadora Marina Silva para a vaga.

Outro motivo que pode levar a legenda a tentar uma solução rápida é a preocupação em evitar que as divergências internas entre aliados de Campos e de Marina voltem a emergir. Os dois lados se desentenderam em vários momentos da pré-campanha presidencial e sempre tiveram em Campos uma espécie de “bombeiro”, que atuava como mediador nas disputas mais acirradas.

A diretora da sucursal de Brasília, Clarissa Oliveira, e o repórter Marcel Frota comentam o novo cenário da eleição presidencial.


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