Papo na redação: divulgação da arrecadação é questão de estratégia

Por iG Brasília | - Atualizada às

compartilhe

Tamanho do texto

Diretora da sucursal de Brasília, Clarissa Oliveira, e repórter Marcel Frota explicam bastidores da corrida presidencial

Embora as principais campanhas presidenciais sejam unânimes em dizer que está mais difícil encher para os cofres eleitorais, cada candidato segue uma estratégia própria na hora de tornar pública a arrecadação da campanha. Nesta etapa da corrida ao Planalto, os dados das primeiras prestações de contas não necessariamente refletem o potencial dos candidatos de atrair contribuições. Pesa também o jogo de interesses de cada um.

Leia também: Veja quem são os arrecadadores das campanhas presidenciais

Na campanha do tucano Aécio Neves, por exemplo, a ideia de apresentar uma arrecadação alta logo na largada da disputa é uma forma de passar ao eleitor a ideia de que o mercado e o empresariado acreditam na possibilidade de vitória do PSDB. Já para o PT da presidente Dilma Rousseff, a estratégia é oposta. O que os petistas alegam é que não interessa à campanha apresentar já na primeira fase da disputa o caixa gordo, principalmente com muitos doadores. Nesse caso, mais vale preservar doadores que mantêm negócios com o governo e preferem aparecer o mínimo possível na mídia.

E mais: Periférico nas maiores campanhas, financiamento via web é plano A de nanicos

A diretora da sucursal de Brasília, Clarissa Oliveira, e o repórter Marcel Frota explicam como operam nos bastidores as equipes de arrecadação das principais campanhas presidenciais.


compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas