Candidato do PT ao governo paulista acompanha encontro do chão, juntamente com os trabalhadores que se reuniram em SP

Proibido de subir no palanque pela maioria das centrais sindicais que se reuniram na quinta-feira (7) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apoiar a candidatura de reeleição de Dilma Rousseff , Alexandre Padilha, candidato do PT ao governo paulista, não foi deixado de lado pela dupla, que ignorou os aliados e pediu votos ao ex-ministro da Saúde.

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Candidato do PT ao governo de São Paulo, ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, acompanha encontro de centrais sindicais com Dilma e Lula
Wanderley Preite Sobrinho/iG
Candidato do PT ao governo de São Paulo, ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, acompanha encontro de centrais sindicais com Dilma e Lula

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Padilha acompanhou o encontro do chão, juntamente com os trabalhadores que se reuniram no Ginásio da Portuguesa, zona norte de São Paulo. Anunciado discretamente ao microfone, ele aproveitou a plateia para fazer corpo a corpo e tirar fotos com possíveis eleitores.

Lula não deixou por menos. Agradeceu o apoio dos sindicalistas à Dilma, mas alfinetou os aliados quando decidiu anunciar seu voto ao apadrinhado político. “Companheiro Alexandre Padilha, se você não tem o apoio de todas as centrais, pelo menos o meu candidato a governador pelo Estado de São Paulo é você.”

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Mais adiante, quando o ex-presidente provocava a oposição ao dizer que o futuro do Brasil começou com sua eleição presidencial, em 2002 , Padilha foi lembrado como o homem responsável pelo Mais Médicos. “Quando você [Dilma] e o Padilha levaram o Mais Médicos para a periferia, ficou provado que, se para eles futuro é abstrato, para nós o futuro é o povo governando junto.”

Veja imagens da campanha eleitoral de Alexandre Padilha:

Mesmo reivindicando um lugar no palanque do candidato do PMDB ao governo paulista, Paulo Skaf , Dilma aproveitou o programa federal para fazer campanha a Padilha. “O que vale para a educação vale para a saúde, né Padilha? Não tem saúde sem médico.”

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A candidata-presidente lembrou que o projeto atende 50 milhões de brasileiros, principalmente nas periferias das grandes cidades, como São Paulo. “O Mais Médicos vai durar enquanto o povo brasileiro precisar dele. Ele só tem prazo de validade na cabeça de quem não tem sensibilidade social.”

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