Alexandre Padilha usa experiências dos EUA em suas propostas

Por Brasil Econômico I Gilberto Nascimento* |

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Em abril, ele passou cerca de dez dias nos EUA e aproveitou para conhecer iniciativas de Chicago e Nova York

Brasil Econômico

Candidato do PT ao governo paulista, o ex-ministro Alexandre Padilha tem usado experiências que conheceu nos Estados Unidos para embasar o programa de governo para o Estado. Em abril, ele passou cerca de dez dias naquele país e aproveitou para conhecer iniciativas em regiões como Chicago e Nova York. Quando fala de segurança pública, o petista cita o exemplo dos centros de controle integrado que visitou nas duas cidades. Neles, são aproveitadas as imagens de monitoramento de serviços públicos e privados para garantir a segurança pública. Ao falar sobre a crise hídrica em São Paulo, também recorreu ao exemplo de Nova York. Lembrou que a cidade remunerou agricultores pela preservação das áreas de mananciais próximas às represas responsáveis pelo abastecimento.

Georgia Branco
Padilha no auditório da Uninove, em São Paulo


Padilha defendeu que os municípios também sejam recompensados por oferecerem água ao abastecimento das regiões metropolitanas. Ele estava acompanhado do prefeito de Embu, Chico Brito, e o presidente da Associação Brasileira de Municípios, Eduardo Tadeu Pereira, da equipe responsável por seu programa de governo. O candidato defendeu os municípios, que, segundo ele, usaram verbas do PAC para aumentar e aperfeiçoar a rede de tratamento de esgoto. O alvo principal dele foi o governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição.

Saiba mais: Com Haddad em baixa, PT aposta em Marta para ajudar Padilha

Segundo o petista, Alckmin não cumpriu com os planos de obras e o planejamento previstos na renovação da outorga da Serra da Cantareira à Sabesp, em 2004. Criticou ainda a alta taxa de perdas de água. Para o petista, a utilização do volume morto das represas trará problemas que demorarão quatro ou cinco anos para serem superados.

Documentário sobre habitação é premiado

O jornalista Paulo Markun e o cineasta Sergio Roizenblit venceram o prêmio da TAL (Televisão da América Latina) na categoria melhor produção de série, com o documentário Habitar, exibido pela SescTV. A série, com 13 programas, apresentou a vida dos brasileiros e relacionava aspectos arquitetônicos com formas de organização familiar, saberes locais, valores estéticos e motivos práticos de suas construções. O Canal Futura foi outro brasileiro premiado. Com De Volta, ganhou na categoria Produção de Relevância Social e, com a programação Sala de Notícias, o prêmio Grande Destaque. A entidade reúne 200 associados na região, com programação educativa e cultural.

Diário da Justiça

A divulgação de informações judiciais foi prioritária, na semana passada, na campanha do ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab (PSD), candidato ao Senado. Na última quinta-feira (30), informou que ele foi inocentado em uma ação sobre a implantação da inspeção veicular. Ja sexta-feira (31) subsequente, a rejeição de outra contra o projeto Nova Luz.

Central sindical cresce durante governo Dilma

Uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Trabalho na semana passada coloca a UGT, central sindical presidida por Ricardo Patah (PSD), como a que mais cresceu durante o mandato da presidente Dilma Rousseff. Passou de 7,9% para 11,9% no número de trabalhadores filiados, próxima à segunda maior do país, a Força Sindical, que tem 12,6%. A maior central sindical continua sendo a CUT, com 34,4%. As duas principais, no entanto, perderam participação no número de filiados.

UGT acredita já ser a segunda maior do País

A UGT lembra que o número divulgado faz referência aos dados de dezembro do ano passado. A entidade acredita já ser a segunda maior central sindical do Brasil, com base na adesão de novos sindicatos. Como alguns deles eram ligados à Força Sindical, isso teria ajudado a entidade a ultrapassar a concorrente, cujo presidente licenciado é o deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP).

“Fico muito irritado quando alguém de fora vem aqui fazer críticas ao nosso sistema e não vê suas próprias barreiras” - Luiz Fernando Furlan, presidente do conselho da BRF e ex-ministro de Desenvolvimento, sobre as críticas japonesas ao ambiente de negócios no Brasil

*Leonardo Fuhrmann (interino)

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