Dilma defende campanha ‘alto astral’ e que ‘a verdade vencerá a desinformação’

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Em convenção do PT ao lado de Lula e aliados, presidente aconselhou a militância a não deixar o ‘ódio prosperar’ e anunciou um novo ciclo de desenvolvimento para o Brasil

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado (21), em convenção do PT que oficializou sua candidatura à reeleição, em Brasília, que a batalha a se enfrentar nessa campanha não é a da “esperança que venceu o medo” na eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a da verdade que deve vencer “a mentira e a desinformação”. Dilma também pregou uma campanha “de paz e alto astral” contra o rancor dos adversários. “Abaixo o pessimismo, a mediocridade e o baixo astral no Brasil. As grandes vitórias são construídas com o fermento da alegria e do otimismo”, afirmou a petista.

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Com Lula, PT realiza convenção que homologou a candidatura de Dilma. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaCom Lula, PT realiza convenção que homologou a candidatura de Dilma. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaCom Lula, PT realiza convenção que homologou a candidatura de Dilma. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaCom Lula, PT realiza convenção que homologou a candidatura de Dilma. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaLula e Dilma em convenção do PT que homologou a candidatura da presidente à reeleição. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaDurante a convenção, Lula afirmou que a militância tem de saber “de cor e salteado” tudo o que foi feito nos últimos 12 anos . Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaConvenção nacional do PT homologa candidatura de Dilma à reeleição. Foto: Wilson Lima/iG BrasíliaConvenção nacional do PT homologa candidatura de Dilma à reeleição. Foto: Wilson Lima/iG BrasíliaConvenção nacional do PT homologa a candidatura de Dilma à reeleição. Foto: Wilson Lima/iG BrasíliaConvenção nacional do PT homologa a candidatura de Dilma à reeleição. Foto: Wilson Lima/iG BrasíliaConvenção nacional do PT homologa a candidatura de Dilma à reeleição. Foto: Wilson Lima/iG Brasília

Ainda sobre os pessimistas e a campanha que irá enfrentar, Dilma lembrou o período em que ficou presa e foi torturada durante a ditadura militar e deu recado para a militância: “Não vamos deixar o ódio prosperar em nossas almas, vamos recolher as pedras que lançam contra nós e vamos transformar tijolos para fazer o Minha Casa, Minha Vida. Vão aparecer panfletos, vamos recolher esse panfletos anônimos e apócrifos e vamos transformá-los em cartilhas, em material pedagógico para assegurar educação de qualidade para ao nosso povo. Vamos recolher os xingamentos e transformar em versos e canções de esperança sobre o futuro do País”.

Dilma anunciou em seu discurso que, se reeleita, o Brasil dará início a um novo ciclo que manterá os dois pilares básicos do modelo iniciado por Lula em 2003: a solidez econômica e a amplitude das políticas sociais. “Esse novo ciclo trará mais avanços na melhoria da infraestrutura e serviços públicos, na qualidade do emprego e aumento da produtividade da economia. Esse novo ciclo fará o ingresso do Brasil na sociedade do conhecimento, pilar básico na transformação da qualidade da educação. E a transformação da educação só se consolida pela valorização do professor”, afirmou a presidente em seu discurso.

A presidente citou números do seu governo, disse que o País passou ileso pela crise econômicas porque “soube defender como poucos países o que é mais importante: o emprego e o salário do trabalhador” e criticou os governos anteriores: “Nos outros governos se enfrentava a crise de forma perversa arrochando o salário do trabalhador, aumentando o desemprego e vendendo o patrimônio público. Com essa política desastrosa, o que acontecia é que alienavam o nosso futuro, não enfrentavam só a crise, mas alienavam o futuro do nosso País. A partir de nós, do governo Lula e do meu governo, não fizemos isso, não aceitamos que essa era a única saída”, afirmou Dilma.

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