PSTU oficializa candidatura de Zé Maria à presidência

Por iG São Paulo |

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Candidato afirmou que dinheiro usado nas obras da Copa poderiam ter sido usados em escolas e hospitais; a professora Claudia Durans foi escolhida para vice

O PSTU homologou, por unanimidade, as candidaturas do operário Zé Maria à presidência da República e da professora Claudia Durans à vice, durante convenção nacional do partido neste sábado (14). Após a convenção, o PSTU vai reunir em um seminário, neste fim de semana, os movimentos sociais e intelectuais de esquerda para a construção de um programa socialista para o Brasil.

Ibope: José Maria (PSTU) possuem 1% das intenções de voto

PSTU oficializa candidaturas de Zé Maria à presidência e Claudia Durans à vice. Foto: Divulgação PSTUDupla comemora oficialização de candidatura. Foto: Divulgação PSTUEsta será a quarta vez que Zé Maria concorre ao Planalto. Foto: Divulgação PSTU

Segundo Zé Maria, que concorrerá pela quarta vez ao planalto, os atuais governos não atenderam e nem vão atender às reivindicações expressadas nas ruas e nas lutas em curso e é uma obrigação da esquerda apresentar uma alternativa nestas eleições.

Durante o discurso, realizado no Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal, em São Paulo, Zé Maria atacou os gastos com a Copa do Mundo. "O que fizeram na Copa é uma demonstração simbólica das escolhas desses governantes. Foram mais de 30 bilhões de reais para a Fifa, empreiteiras e grandes empresas, enquanto os hospitais no país estão caindo aos pedaços, não tem investimentos na educação, faltam moradias e condições ao povo pobre", discursou.

O PSTU defende que as mudanças que os trabalhadores precisam virão das ruas, lutas e greves. "É possível sim usar a riqueza produzida no país para atender as necessidades dos trabalhadores. Apresentaremos um projeto que atenda isso. É preciso ter coragem para romper com o imperialismo, banqueiros e grandes empresários e, governar, de fato, para os trabalhadores e o povo", complementa Zé Maria.

Claudia Durans, candidata à vice-presidente, destacou a repressão e o processo de criminalização que os governos deram como resposta às reivindicações das ruas. Diante do aumento da violência policial e dos assassinatos na periferia, Claudia falou da necessidade da luta contra o racismo, o machismo e a homofobia. "Nossa candidatura não deixará de fazer esse debate e enfrentar essa situação", disse.

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