PSB espera que governador de Santa Catarina desista de apoiar Dilma

Por Brasil Econômico - Gilberto Nascimento |

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Caso isso aconteça, o deputado federal Paulo Bornhausen pode se reaproximar de Colombo, de quem foi secretário de Desenvolvimento Econômico e Sustentável

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O PSB de Santa Catarina tenta adiar ao máximo sua decisão sobre a candidatura ao governo do Estado. O partido ainda mantém a esperança de que o governador Raimundo Colombo (PSD), que tenta renovar o mandato, desista de apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Caso isso aconteça, o deputado federal Paulo Bornhausen pode se reaproximar de Colombo, de quem foi secretário de Desenvolvimento Econômico e Sustentável. Os dois eram do DEM até 2011 e juntos passaram para o então recém-criado PSD. O afastamento entre eles ocorreu, a partir do ano passado, justamente por causa dos constantes elogios de Colombo a Dilma. Presidente do PSB catarinense, Bornhausen tem sido um dos grandes incentivadores do presidenciável Eduardo Campos.

Filho do ex-senador Jorge Bornhausen, o deputado usa o histórico familiar para reafirmar que não quer proximidade com aliados do PT. Um palanque próprio também ajuda a campanha nacional. No palanque de Colombo, já está o PMDB, forte na política catarinense e aliado de Dilma. Ele tenta atrair também o PP, que dá apoio à reeleição da presidente, mas é o maior rival dos peemedebistas no Estado. Por outro lado, o PMDB tenta atrair o PT para a coligação e sugere que os petistas fiquem com a vaga ao Senado. O PT pretende lançar a candidatura do ex-deputado Claudio Vignatti ao governo. O PSDB também espera pela formação da chapa do governador para decidir como fica a candidatura do senador Paulo Bauer à sucessão dele. No PSB, além de Bornhausen, a ambientalista Miriam Prochnow, da Rede, tenta a indicação para disputar o governo.

Corinthians quer mudar horário do Metrô

O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, coordenador da Arena Corinthians, negocia com a Companhia do Metropolitano de São Paulo a flexibilização do horário de trens para atender torcedores em jogos à noite no novo estádio, no meio da semana. Por exigência da TV Globo, jogos do Corinthians durante a semana começam às 21h50 e terminam próximo de meia-noite, quando o Metrô encerra suas operações. Mesmo próximo, não daria tempo dos torcedores chegarem a tempo. Dirigentes apontam o horário de jogos às 21h50 como um dos empecilhos para a viabilidade econômica do Itaquerão. Mesmo quando jogos do Corinthians não são transmitidos pela TV aberta, o horário é mantido.

Opção pelo silêncio

O Palácio do Planalto, segundo petistas, não gostou de saber de comentários que teriam sido feitos pela ministra da Cultura Marta Suplicy, em reunião com empresários paulistas, em favor do “Volta Lula”. A versão é que o Palácio preferiu fazer de conta que não soube. Assim, evitou maior repercussão e desdobramentos.

Em defesa dos presos cubanos

O deputado federal Renato Simões (PT-SP) e o escritor Fernando Morais participaram nos Estados Unidos da Jornada Internacional pela Libertação de cinco cubanos presos em Miami acusados de espionagem. Simões participou de uma reunião com o congressista democrata Jim McGovern. Na pauta, além da situação dos presos, o fim do embargo econômico à ilha e o fechamento do presídio de Guantánamo, acusado de uma série de violações aos direitos humanos.

Deputado enfrenta caos aéreo: nos EUA

Na volta, o parlamentar brasileiro enfrentou um caos aéreo. Mas nada no espaço brasileiro, nem relacionado a companhias nacionais. O voo de Washington para Nova York atrasou 1h30. Por isso, Simões seguiu para Atlanta, de onde embarcou para São Paulo, após atraso de mais duas horas. No Brasil, soube que sua bagagem ainda estava em Nova York.

“Achei o episódio péssimo, mas nada surge sem uma causa. E a causa, eu aponto, é por não haver ainda o relator, o presidente, trazido os agravos à mesa”, Marco Aurélio, ministro do STF, sobre a decisão do ministro Joaquim Barbosa de expulsar um advogado do plenário.

*Com Leonardo Fuhrmann

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