PSOL defende Wyllys e acusa Malafaia de ‘fundamentalismo homofóbico’

Por iG São Paulo |

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No Twitter, pastor acusou deputado de impedir a candidatura de um pastor pelo PSOL e ganhou apoio de Sheherazade

O PSOL respondeu nesta terça-feira (27) às críticas do pastor Silas Malafaia ao deputado do partido Jean Wyllys (RJ). A nota diz que Malafaia – chamado de liderança do fundamentalismo homofóbico brasileiro – usa de desonestidade intelectual ao acusar Wyllys de não deixar o pastor evangélico filiado ao PSOL Jefferson Barros ser candidato a deputado federal em 2014.

“As decisões sobre candidaturas, no PSOL, são tomadas coletivamente, através das instâncias democráticas de representação eleitas pelos filiados. Nem o deputado Jean Wyllys nem qualquer outro parlamentar decidem quem pode ou não ser candidato: a decisão cabe ao diretório e à convenção partidária”, diz a nota.

A “briga” entre Malafaia e Wyllys nas redes sociais teve até a participação da apresentadora do SBT Rachel Sheherazade. Em resposta ao Twitter de Malafaia, Rachel questiona a legitimidade do deputado do PSOL. “Q eleição ele ganhou? Na ultima foi rebocado pelo partido. Entrou pela porta dos fundos da democracia Não representa ninguém”, afirma em seu perfil.

Abaixo o Twitter de Malafaia sobre Jean Wyllys

Reprodução
Malafaia critica Wyllys em seu Twitter. PSOL responde em nota


Sobre Jefferson Barros, a nota do PSOL explica que a candidatura dele subiu no telhado não por ele ser pastor, mas sim porque participou de marchar homofóbicas organizadas por Malafaia: “Os motivos do questionamento à pré-candidatura do cidadão Jefferson Barros são vários e não têm nada a ver com a sua religião ou com sua condição de pastor. Tem a ver, sim, com sua participação em marchas homofóbicas organizadas pelo pastor Malafaia com o expresso objetivo de negar os direitos civis da população LGBT”.

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