Padilha dá largada à criação participativa de suas propostas de campanha em SP

Por iG São Paulo |

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Pré-candidato do PT no Estado apresentará hoje os 20 temas que irão nortear o seu programa de governo, com destaque para três áreas: Segurança, Educação e Transporte

O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha (PT), apresenta neste sábado (10) os 20 temas que darão forma às propostas de sua candidatura ao governo de São Paulo. Cada assunto terá um grupo de trabalho responsável por elaborar as propostas e será comandado por especialistas junto à equipe de pré-campanha do petista. O resultado dos trabalhos do Programa de Governo Participativo de Padilha será entregue em junho, na convenção partidária.

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Divulgação
O pré-candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha


Ao lado do presidente estadual do PT e coordenador de sua pré-campanha, Emídio de Souza, Padilha apresenta os nomes que comandarão os grupos. Os de maior destaque são o da Segurança, coordenado pelo ex-ministro Márcio Thomas Bastos (para o grupo de Segurança), o de Transportes, coordenado pelo secretário-adjunto de Transportes da capital paulista, José Evaldo Gonçalo, e o de Educação, que deverá ser comandado pela ex-coordenadora de ensino fundamental do MEC, Lúcia Couto.

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Outro grupo que terá grande destaque será o da Água, que ficará nas mãos do prefeito de Embu, Chico Brito. O grupo garantirá munições à Padilha em seus ataques ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), cuja administração lida com uma crise hídrica e enfrente o fantasma do racionamento de água. O tema, junto ao escândalo do cartel do Metrô, denunciado pela Siemens, é um dos alvos escolhidos pelo petista para desgastar o tucano, e também para desviar o foco das denúncias de um relatório da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. As investigações da PF apontam que um ex-assessor do Ministério da Saúde teria sido indicado pelo próprio Padilha para trabalhar no laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, o que o petista nega.

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Padilha já está com o discurso de ataque a Alckmin na ponta da língua, e costuma emendar referências negativas à gestão da crise de água no Estado (“irresponsável”, “falta de ética”) e às atitudes do governo em resposta às denúncias de fraude no Metrô (“falta de transparência”, “falta de investigação”), sempre que é perguntado sobre as ligações do Ministério da Saúde com o doleiro.

Entre outros nomes que devem ser confirmados hoje estão o do ex-ministro do governo Lula Paulo Vanucchi para o grupo de Direitos Humanos; o do ator Sérgio Mamberti para o grupo de Cultura; e o do físico e professor da Unicamp Rogério Cézar Cerqueira Leite para o grupo de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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