Paulo Roberto Costa foi preso no último dia 20, por suspeita de ligação com organização criminosa de lavagem de dinheiro

Agência Brasil

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas  feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no dia 20 de março pela Polícia Federal. Costa é suspeito de ter ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada na Operação Lava Jato. A quadrilha pode ter movimentado mais de R$ 10 bilhões.

Leia mais: PF prende ex-diretor da Petrobras em operação contra lavagem de dinheiro

Ação:  Operação Lava Jato prende 24 e apreende obras de arte, bens e R$ 5 milhões

Deputado: Conselho de Ética abre processo para investigar Vargas por elo com doleiro preso

Zavascki decidiu arquivar o pedido por entender que outros habeas corpus impetrados na Justiça Federal, precisam ser julgados definitivamente.

No dia 17, a Polícia Federal cumpriu 24 mandados de prisão e 15 de condução coercitiva, além de 81 mandados de busca e apreensão em 17 cidades. Cerca de 400 policiais participaram da operação. A organização contava com quatro grupos que tinham à frente doleiros que lucravam com câmbio paralelo ilegal, mas também praticavam crimes como tráfico de drogas, exploração e comércio ilegal de diamantes e corrupção de agentes públicos.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.