Dez fatos que marcaram o segundo ano do julgamento do mensalão

Por iG São Paulo |

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Ano das primeiras prisões do caso, 2013 também foi marcado por bate-bocas e ironias no plenário da Corte

Em 2013, o julgamento do mensalão voltou à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) com a análise dos recursos dos 25 réus do processo: os embargos declaratórios (que questionaram imprecisões no acórdão) e os embargos infringentes (que garantem uma segunda chance a quem teve pelo menos quatro votos pela absolvição de certos crimes).

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Como no ano anterior, quando os ministros do STF definiram condenações e absolvições, 2013 também foi marcado por bate-bocas e ironias no plenário da Corte. Em novembro, o presidente do STF Joaquim Barbosa decretou as primeiras prisões do caso, em um processo questionado pelo meio jurídico por desrepeito a normas e resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido pelo próprio ministro.  

Último a se pronunciar nos julgamentos do STF, Celso de Mello foi pressionado para votar contra a validade de recursos do mensalão, mas se manteve a favor. Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaO ministro Luís Roberto Barroso, em sua primeira participação no julgamento do mensalão, defendeu a reforma política para evitar que esquema se repita. Foto: Divulgação STFPor um voto de diferença, os ministros do STF aceitaram a validade dos recursos do mensalão . Foto: ALAN SAMPAIO/iG BRASILIAO segundo ano de julgamento do mensalão também teve bate-boca e desentendimentos entre o relator, Joaquim Barbosa, e o revisor Ricardo Lewandowski. Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaRodrigo Janot assumiu o cargo de procurador-geral da República no lugar de Roberto Gurgel, que representou o MP na maior parte do julgamento. Foto: Divulgação/STFBarbosa expediu mandados de prisão para parte dos condenados no dia 15 de novembro. Dirceu, Genoino, Valério e mais oito do mensalão se entregam à PF. Foto: Futura PressPreso na Papuda, Genoino sentiu-se mal e foi hospitalizado. Ele, que passou por cirurgia cardíaca, pediu prisão domiciliar, mas laudo não aponta doença grave. Foto: Futura PressO ex-presidente do Banco do Brasil Henrique Pizzolato fugiu do Brasil para a Itália ao ter a prisão decretada por Barbosa. Foto: Reprodução/InterpolO presidente do STF sofreu uma série de críticas no meio jurídico por ter cometido ilegalidades nas 11 primeiras prisões do mensalão. Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaIrritado com a condução das prisões do mensalão, Barbosa substituiu o juiz de execução penal responsável pelo caso. Foto: Divulgação/STF

Abaixo os dez fatos que marcaram o 2º ano do julgamento:

1. Embargos: Celso de Mello foi o voto de desempate a favor dos recursos

2. Novo ministroSem reforma, Barroso diz que julgamento será 'em vão'

3. Infringentes: STF decide reabrir o julgamento do mensalão 

4. Barbosa x Lewandowski: Presidente do STF acusa ministro de fazer 'chicana' 

5. Novo procurador-geral: Janot assume o lugar de Gurgel 

6. Prisões: Dirceu, Genoino, Valério e outros réus se entregam à Polícia Federal

7. Ex-diretor do BB foge: Pizzolato aproveita dupla cidadania e vai para Itália 

8. Genoino: Laudo de junta médica diz que doença não é grave

9. Barbosa vira alvo de críticas: Ilegalidades marcam prisões do mensalão

10. Troca inesperada: Juiz de execuções penais do mensalão é substituído

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