Prefeito enfrentou manifestações de junho, críticas contra alta do IPTU, denúncias de corrupção, violência na Virada Cultural e termina o ano com a popularidade em baixa

A redução do aumento da passagem de ônibus é o fato que ficará marcado na memória do paulistano como o principal do primeiro ano de Fernando Haddad (PT) à frente de São Paulo. O petista prometeu e adiou o reajuste de R$ 0,20 de janeiro para junho, e acabou inaugurando o mês de protestos em que o Movimento Passe Livre (MPL) tomou as ruas da capital, dia sim, dia não, até conseguir a tarifa antiga de volta.

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Haddad encerra 2013 com a popularidade em baixa (18%, segundo Datafolha de julho ), marcada pelo aumento do IPTU, denúncias de corrupção envolvendo o alto escalão da Prefeitura, mas também com avanços como a ampliação de canais de participação da sociedade civil como o Conselho da Cidade e o Conselho Participativo, e o aumento por duas vezes da meta de construção de corredores. Primeiro estabelecida em 150 km, a meta de 220 km para os quatro anos de governo foi batida em outubro.


Os dez fatos que marcaram o primeiro ano de Haddad:

1. Inspeção veicular:  Câmara desobriga fiscalização em carros novos 

2. Metas: Haddad diz que será possível monitorar pela internet

3. Virada Cultural: Prefeitura de São Paulo tenta despolitizar violência

4. Manifestações: Protesto ganha ruas da capital e deixa rastro de destruição

5. R$ 0,20: Haddad e Alckmin anunciam redução no preço da passagem

6. Conselhos:  Haddad marca eleições para ampliar 'democracia direta'

7. Imposto maior: Câmara aprova aumento do IPTU 

8. Corrupção:  Operação prende auditores suspeitos de desvio milionário 

9. Bilhete Único mensal: Promessa de campanha entra em vigor

10. Alvo de denúncia: Secretário de Haddad pede afastamento do cargo

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