Dez maiores polêmicas de Feliciano em 2013

Por iG São Paulo |

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Acusado de homofobia e racismo, deputado, que também é pastor da Assembleia de Deus, enfrentou protestos após assumir comando da Comissão de Direitos Humanos

As reuniões da Comissão de Direitos Humanos da Câmara nunca mais foram as mesmas depois de Marco Feliciano (PSC-SP). O pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento foi escolhido presidente do colegiado em meio à partilha de comissões na Casa. Antes comandada pelo PT, o órgão, historicamente um espaço de defesa dos direitos das minorias, como mulheres, negros e homossexuais, foi assumida pelo pastor, que é defensor ferrenho da cura gay e radicalmente contrário ao casamento homoafetivo.

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Feliciano conseguiu aprovar projetos para serem enviados ao plenário, como a “cura gay”, a suspensão da resolução do CNJ que garante que a união civil homoafetiva seja reconhecida em cartórios e um plebiscito para consultar a posição dos brasileiros sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Polêmico, o pastor foi alvo de críticas por vídeos de cultos em que disse que antes de assumir o cargo, o colegiado era “dominado por satanás”. Feliciano passou 2013 enfrentando manifestantes e chegou a ser hostilizado em um voo da companhia em que os passageiros cantaram Robocop gay, um dos maiores sucessos dos Mamonas Assassinas. 

Grupos protestam contra indicação de Feliciano para a presidência da Comissão de Diretos Humanos da Câmara, em 6 de março. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABrSob protestos, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Foto: Alexandra Martins / Agência CâmaraOs protestos continuaram e Feliciano manda deter manifestante que o chamou de racista. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABrFeliciano sofreu rejeição na Câmara. Ele diz que antes comissão era dominada por satanás. Foto: Alan Sampaio / iG BrasíliaEm vídeo, Feliciano aparece criticando John Lennon, Mamonas e Caetano. Foto: Agência CâmaraComissão de Feliciano aprova cura gay e ele vira alvo dos protestos de junho. Foto: Futura PressManifestantes realizaram 'beijaço' em protesto contra o pastor Marco Feliciano. Foto: J. Duran Machfee/Futura PressEm avião, passageiros cantam ‘Robocop gay’ para Feliciano. Foto: ReproduçãoPor ordem de Feliciano, apenas grupo favorável ao deputado pôde entrar na reunião da Comissão de Direitos Humanos. Foto: Agência CâmaraComissão de Feliciano, da qual Bolsonaro também faz parte, veta resolução sobre casamento gay . Foto: Agência Brasil

Os dez fatos polêmicos de Feliciano na Comissão de Direitos Humanos:

1. Direitos Humanos: Sob protestos, Feliciano é eleito presidente de comissão

2. Protesto: Feliciano manda deter manifestante que o chamou de racista

3. Reação: Feliciano diz que colegiado era dominado por ‘satanás’

4. Controvérsia: Feliciano diz que Deus ‘matou’ John Lennon e Mamonas 

5. Vídeo: Feliciano atribui sucesso de Caetano ao diabo

6. Cura gay: Comissão de Direitos Humanos aprova projeto 

7. Polêmica: 'Se eu fosse gay, diria que sou vítima de homofobia'

8. Hostilizado: Em avião, passageiros cantam ‘Robocop gay’ para Feliciano

9. Comissão: Aprovado projeto que autoriza templos religiosos a vetar gay

10. Sem direitos iguais: Comissão veta resolução que prevê casamento gay 


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