Cobrada por Lula, Dilma definirá equipe para campanha antes do fim do ano

Por Ricardo Galhardo - iG São Paulo |

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Lula, Falcão, Mercadante e João Santana fazem parte do grupo. A novidade é a inclusão do deputado Edinho Silva

Cobrada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff deve definir nas próximas semanas a equipe que vai coordenar sua campanha à reeleição em 2014. A ideia é fazer a primeira reunião de organização ainda este ano.

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Equipe da campanha de Dilma deve fazer primeira reunião ainda este ano

Alguns nomes já foram definidos. São eles: o ministro da Educação, Aloizio Mercadante; o presidente nacional do PT, Rui Falcão; o chefe de gabinete da Presidência, Giles Azevedo, além do próprio Lula e do publicitário João Santana. A novidade é a inclusão na lista do deputado estadual Edinho Silva, presidente estadual do PT de São Paulo.

O time deve contar ainda com o ex-ministro da Comunicação Franklin Martins e possivelmente com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo –único remanescente dos “três porquinhos”, como ficou conhecido o núcleo duro da campanha de Dilma em 2010 que contava com José Eduardo Dutra e Antonio Palocci.

Lula cobrou uma definição rápida de Dilma em almoço no dia 14 de novembro, em Brasília, quando a presidente e o ex se encontraram no evento em homenagem a João Goulart.

“Você tem que dizer quem você quer”, disse Lula.

À mesa também estavam Falcão, Mercadante e Cardozo. Dilma respondeu:

“Quero o Edinho”.

Coube a Mercadante ligar para o presidente do PT paulista para anunciar a escolha de Dilma. Edinho, cujo nome era defendido por Lula para ocupar a Secretaria Nacional de Organização do PT, foi imediatamente incorporado ao grupo. Ele participou das reunião com Lula, Dilma, Mercadante, Azevedo, Falcão e as direções do PP e PMDB no final de semana e tem opinado nos rascunhos da estratégia de campanha.

A presidente ainda não definiu as funções de cada um dos integrantes. A ideia inicial era realizar uma primeira reunião de organização ainda esta semana mas a morte do governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), um dos nomes mais admirados do PT, na terça-feira, obrigou a presidente a mudar os planos.

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