Dilma diz que vai fazer ‘substituições’ na equipe ministerial em ano eleitoral

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Vários ministros devem deixar o Planalto para concorrer em 2014, como Gleisi e Padilha

A presidente Dilma Rouseff afirmou nesta segunda-feira (11), em visita oficial a Lima, no Peru que fará “substituições” em sua equipe ministerial no último ano de governo quando vários ministros devem deixar os cargos para concorrer nas eleições. Entre os exemplos estão Gleisi Hoffmann, que sairá para disputar o governo no Paraná, e Alexandre Padilha, que concorrerá ao governo de São Paulo.

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Questionada se vai substituir os ministros por secretários-executivos, Dilma negou e disse que fará substituições efetivas.

Segundo o iG apurou anteriormente, Dilma quer fechar o ano tendo resolvido a nova composição de seu ministério. A ideia é já começar 2014 com os novos ministros. Isso porque o governo tem consciência de que o ano será mais curto, não só porque haverá as eleições de outubro, mas também em função da Copa do Mundo de 2014.

A expectativa agora é de que os substitutos sejam anunciados antes dos festejos de fim de ano, ainda na primeira quinzena de dezembro. Mesmo assim, alguns setores do governo apontam para a possibilidade de as discussões se estenderem até janeiro. Na escolha dos novos ministros, a presidente pretende combinar quadros capazes de dar um reforço à articulação política com nomes de perfil mais técnico, que tenham apresentado um bom desempenho no governo nos últimos meses.

Também devem deixar as pastas para se lançarem na disputa por governos estaduais os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, nome do PT para disputar o governo de Minas Gerais. Há também a previsão de saída do ministro da Pesca, Marcelo Crivella, que quer disputar o governo do Rio de Janeiro.

Já a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tem demonstrado que quer disputar as eleições. O ministro do Turismo, Gastão Vieira, deve se lançar candidato a uma vaga no Senado pelo PMDB do Maranhão. Já a ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, estuda uma candidatura a deputada federal pelo Rio Grande do Sul.

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