Marinho vê mais chances do PT na disputa ao governo de São Paulo

Por Brasil Econômico - Gilberto Nascimento |

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'Na Grande São Paulo, de um total de 24 milhões de eleitores, governamos para 16 milhões', diz prefeito de São Bernardo do Campos

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O ex-ministro da Previdência e prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, avalia que o PT possui hoje maior “acúmulo de experiência” para a disputa ao governo de São Paulo. “Não é uma eleição fácil, mas não é impossível. Tenho certeza que o PT governará o Estado de São Paulo e espero que seja agora”, afirma o petista. Lembrando que o partido chegou perto de conquistar o governo paulista em 1998, ele atribui o resultado, naquele momento, “à falta de crença do comando partidário e à sacanagem da mídia”. Na época, houve a defesa do voto útil no candidato tucano Mário Covas, por setores mais à esquerda, para que não fossem ao segundo turno o ex-governador Paulo Maluf e o ex-prefeito de Osasco Francisco Rossi. Ao final, Covas foi à disputa com Maluf, mas chegou com apenas 60 mil votos a mais do que a petista Marta Suplicy.

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“Eleitores petistas acabaram votando no Covas, com medo. Passamos perto”, relembra. “Agora, talvez seja a eleição em que o PT chega com a maior experiência no comando de grandes cidades no Estado. Na Grande São Paulo, de um total de 24 milhões de eleitores, governamos para 16 milhões”, constata o ex-ministro, homem de confiança e um dos políticos mais próximos do ex-presidente Lula. O PT hoje administra grandes cidades como São Bernardo, Santo André, Osasco e Guarulhos, na Grande São Paulo, e São José dos Campos, Araçatuba, Andradina e Jaú, entre outras, no interior. “Ao mesmo tempo em que temos mais preparo, há mais desgaste de quem está no poder. E contamos também com as administrações dos aliados”, observa Marinho. O candidato do PT ao governo será o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Nas pesquisas de opinião, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), aparece em primeiro lugar, seguido de Paulo Skaf (PMDB).

Ex-ministro vê “falta de competência” em Marina

Ao comentar a união de Eduardo Campos com Marina Silva, o ex-ministro Luiz Marinho afirmou: “Quem não tem competência para montar um partido, também não deve ter para comandar o Brasil”. Segundo ele, dentro da estratégia da oposição de tentar garantir o segundo turno “os dois erraram”.

Ministro nega unificação das Docas

O ministro dos Portos, Antonio Henrique Pinheiro Silveira, negou informação, publicada na coluna na edição de sexta-feira (11), de que há a intenção de unificar as Companhias Docas no País. “Não existe isso”, afirma. O ministro diz que, nas discussões para mudanças no setor, foi pensada uma regionalização - a criação de administrações regionais da Secretaria dos Portos (SEP) -, mas a ideia teria sido deixada de lado. “Foi uma teoria, lá atrás. A discussão acabou”, garantiu. A informação de que o governo pretendia extinguir as oito Companhias Docas e unificá-las em um órgão circulou na semana passada entre dirigentes das próprias empresas.

Incentivo ao turismo verde

O empresário Roberto Klabin, fundador da SOS Mata Atlântica, irá falar sobre turismo e meio ambiente e oportunidades para o desenvolvimento econômico e social “com respeito ambiental”, no encontro do Lide Sustentabilidade, amanhã, em São Paulo. Explicará também como atrair investidores interessados em incentivar o ecoturismo no Brasil.

Pastor da Mundial afasta integrantes acusados de desvios

Em meio a dificuldades financeiras, o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja do Poder Mundial de Deus – rival de Edir Macedo no meio pentecostal -, decidiu afastar integrantes acusados de supostos desvios de recursos. “Foram algumas dezenas de pessoas”, diz um seguidor do Rio de Janeiro. Religiosos afirmaram que Valdemiro “está fazendo uma limpeza”. Ele é rival de Edir Macedo, da Igreja Universal, no meio evangélico.

Walter Feldman, quadro da Rede citado como possível candidato, após encontro com dirigente do PSB paulista: "Não conversamos sobre candidatura ao governo de São Paulo”.

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