Secretário assume interinamente Integração Nacional após saída de ministro

Por iG São Paulo |

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Bezerra deixou o cargo seguindo determinação do seu partido, o PSB, de desembarcar do governo Dilma

O secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Francisco Teixeira, assumirá o comando da pasta interinamente após a saída de Fernando Bezerra do cargo devido à decisão de seu partido, o PSB, de deixar o governo.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Por meio de nota, a presidente Dilma Rousseff agradeceu a dedicação em todas as missões confiadas a Bezerra e disse que “saiu o ministro, mas ficou o amigo”.

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“Nos dois anos e nove meses em que esteve à frente da pasta, Fernando Bezerra fez um trabalho extraordinário. O orçamento total do ministério dobrou na sua gestão. Obras fundamentais para garantia hídrica do semiárido ganharam forte impulso com Fernando Bezerra à frente do ministério, em especial a transposição do São Francisco”, diz a nota.

Agência Brasil
Bezerra anuncia saída do cargo e secretário assume interinamente

Bezerra havia anunciado sua saída mais cedo nesta terça-feira depois de se reunir com a presidente Dilma Rousseff pela manhã. ezerra estava no cargo desde o início do mandato de Dilma, em janeiro de 2011. O Ministério da Integração Nacional é responsável por obras de convivência com a seca e de infraestrutura hídrica, formulação e condução da política nacional de irrigação, obras públicas em faixas de fronteiras, defesa civil, entre outras.

Leia mais: Ministro do PSB entrega cargo, mas Dilma pede para esperar

No dia 19 de setembro, Bezerra já havia apresentado pedido de demissão após o seu partido, o PSB, decidir entregar os cargos que ocupa no governo federal. Dilma, no entanto, pediu para que ele aguardasse seu retorno de Nova York, na semana passada, onde participou da Assembleia Geral das Nações Unidas.

A decisão do PSB de deixar o governo abre caminho para uma possível candidatura do presidente da sigla e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência no ano que vem.

Com Reuters e Agência Brasil

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