Miriam Belchior, ministra do Planejamento, está bem cotada para a Casa Civil

Por Brasil Econômico - Gilberto Nascimento |

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A atual ocupante da função, Gleisi Hoffmann, sairá no final do ano para concorrer ao governo do Paraná

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São cada vez mais fortes os comentários no Palácio do Planalto de que a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, pode ir para a Casa Civil. A atual ocupante da função, Gleisi Hoffmann, sairá no final do ano para concorrer ao governo do Paraná. Miriam teve o seu nome lembrado várias vezes para o cargo nos últimos anos. Até recentemente, o mais cotado para a vaga era Aloizio Mercadante, ministro da Educação, visto como um “conselheiro informal” no governo em todas as áreas. Agora, Mercadante estaria com “viés de baixa”, segundo expressão usada por petistas, por causa de alguma rusgas com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ex-secretária de Administração na prefeitura petista de Santo André, no ABC paulista -, Miriam é tida como uma “solução técnica”.

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Ela foi casada durante dez anos com o então prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em 2002. Já estavam separados quando ele morreu, em circunstâncias ainda não esclarecidas completamente. Pesa contra sua indicação certa dificuldade para lidar com os parlamentares, de acordo com petistas. A bancada do PT já reclama das ministras Gleisi e Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, por deixarem a desejar no trabalho de articulação política com o Congresso. Ideli é outra que deve sair para concorrer nas próximas eleições.

Recentemente, políticos indicados por ela foram envolvidos em denúncias de irregularidades no porto público de Laguna, em Santa Catarina. Ao menos 12 dos atuais 39 ministros devem ser candidatos. Dilma disse que não esperará até o último dia (início de maio de 2014) para trocar os ministros e anunciou uma reforma para dezembro ou janeiro.

Sondado, Geddel não deve aceitar ministério

Com a saída de Fernando Bezerra, da Integração Nacional – após o PSB entregar os seus cargos -, o Planalto gostaria de ver o baiano Geddel Vieira Lima no posto. Ele já foi sondado, mas não deve aceitar porque concorrerá ao governo da Bahia, contra o PT.

Cid não fica com cargos, diz deputado do PSB

O deputado Márcio França, presidente do PSB de São Paulo, diz que o governador do Ceará, Cid Gomes, se comprometeu com o partido a entregar cargos no governo federal. “Ele disse que, se o partido assumisse esse compromisso, entregaria”, afirmou.

“Mas tudo vai depender da Dilma”

Apesar de o PSB ter recebido garantias de Cid Gomes de que devolveria cargos, o deputado Márcio França admite que o cenário pode mudar – inclusive com a saída do colega do partido -, “dependendo de como a Dilma o tratará”.

Fernanda de Almeida Carneiro, professora da escola de Direito do Brasil (EDB), sobre votação do caso Mensalão , no STF: “Os ministros se dividiram entre aqueles que aplicaram a lei de forma seca e os que levaram em consideração o clamor popular por Justiça”

PPS perdeu as esperanças

Dirigentes do PPS já não acreditam na possibilidade de Serra ingressar no partido. Há dias, ele mandou um recado de que continuava indeciso. O PPS lhe ofereceu inserções na TV, mas Serra recusou. Assim, o partido diz estar aberto a qualquer outra opção “fora o PT”. Caso a Rede não se viabilize, o PPS oferecerá vaga para Marina ser candidata.

Americano fala sobre repressão a religiosos

O historiador americano Kenneth Serbin, professor da Universidade de San Diego, participa de audiência pública da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, hoje, às 10 horas, na Assembleia paulista. Vai falar sobre a repressão a religiosos no Brasil. Serbin é autor do livro “Diálogos na Sombra – Bispos e Militares, Tortura e Justiça Social na Ditadura”.

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