Reunião da CPI dos Ônibus a portas fechadas revolta manifestantes no Rio

Por Agência Estado |

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Policiais militares, equipados com escudos, bloqueiam os acessos à entrada do prédio, na Cinelândia

Agência Estado

A reunião entre membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus nesta quinta-feira (15) ocorreu a portas fechadas para a população, o que gerou revolta do lado de fora da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Policiais militares, equipados com escudos, bloqueiam os acessos à entrada do prédio, na Cinelândia (centro da capital fluminense).

O Dia: Primeira audiência da CPI dos Ônibus é realizada na Câmara Municipal

Angélica Fernandes / Agência O Dia
Mesmo amordaçados, manifestantes vaiaram presidente da CPI, vereador Chiquinho Brazão

Ao dar inicio à reunião, o presidente da comissão, Chiquinho Brazão (PMDB) convidou o vereador Eliomar Coelho (PSOL), que propôs a CPI, a se sentar à mesa.

Coelho recusou, afirmando que não participaria da sessão por "não encontrar legitimidade" nas ações dos outros quatro membros, e pelo fato da sociedade não poder participar. Brazão tentou impedi-lo de falar, dando inicio à sessão. Em seguida, Coelho se retirou da sala.

Os cerca de dez manifestantes que ocupam a Câmara desde sexta-feira, 9, tiveram autorização para assistir à reunião, que aconteceu na sala do cerimonial. Em protesto, eles colocaram faixas pretas na boca, como forma de manifestar inconformismo com o que consideram uma censura por parte da presidência da CPI.

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