Manifestação no centro de São Paulo muda posição e adota o "Fora, Alckmin!"

Por Ricardo Galhardo , iG São Paulo | - Atualizada às

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Manifestação no centro da capital não teria como foco o governador paulista, mas bandeira foi levantada no ato

Com faixas e cartazes contra o governador Geraldo Alckmin, a organização da manifestação do sindicatos dos Metroviários de São Paulo, ligado ao PSTU, ajustou a posição do protesto em relação a cobrança sobre a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os desvios por um suposto cartel que atuaria no Metrô e CPTM.

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Confronto de policiais e manifestantes nesta quarta-feira, em São Paulo. Foto: Rocha Lobo/Futura PressLoja de cosméticos teve a vitrine quebrada no centro São Paulo. Foto: iG São PauloAgência bancária danificada durante manifestação. Foto: iG São PauloTropa de Choque da PM foi acionada após confronto em São Paulo. Foto: iG São PauloManifestantes atearam fogo em lixo na rua Maria Paula, no centro da capital, após confronto com a polícia. Foto: iG São PauloReforço policial após confronto entre a PM e manifestantes em frente a Câmara Municipal . Foto: iG São PauloManifestação nesta quarta-feira em São Paulo. Foto: iG São PauloConfusão entre policiais e manifestantes durante protesto em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo. Foto: Renato S. Cerqueira/Futura PressRestos da catraca queimada por manifestante na praça da Sé. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGManifestantes queimam catraca no meio da praça da Sé. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGManifestantes estão distribuindo esse adesivo e pedindo para os usuários colarem nos vagões do metrô. Foto: Renan Truffi/iG São PauloMilitantes do PT optam por cartazes e
faixas em vez de bandeiras. Foto: Ricardo Galhardo/iGManifestantes estão perto da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGManifestantes se reúnem em frente a Secretaria de Transportes Metropolitanos, onde queimaram um boneco . Foto: Renan Truffi/iG São PauloManifestantes queimam boneco em frente a Secretaria de Transportes Metropolitanos. Foto: Renan Truffi/iG São PauloManifestantes carregam um boneco que será queimado em frente a Secretaria de Transportes Metropolitanos. Foto: Renan Truffi/iG São PauloCara que os representantes do Sindicato dos Metroviários entregará para a Secretaria de Transportes Metropolitanos. Foto: Renan Truffi/iG São PauloOrganizadores se preocupam em relação a presença de grupos radicais e atos de vandalismo pois o objetivo é fazer um protesto pacífico. Foto: Renan Truffi/iG São PauloManifestantes saem do Vale do Anhangabaú e andam pelas ruas do centro de São Paulo. Foto: Renan Truffi/iG São PauloCapitão Giampaolo decidiu por conta própria colocar uma câmera no peito para "registro das manifestações". Foto: Renan Truffi/iG São Paulo"Ato em São Paulo será diferente dos protestos de junho", diz integrante do MPL. Foto: Renan Truffi/iG São PauloManifestantes começam a lotar Vale do Anhangabaú. Manifestação é contra corrupção no sistema de transportes de SP. Foto: Renan Truffi/iG São Paulo A manifestação pretende passar pelas sedes do Ministério Público Estadual e Defensoria Pública até chegar na Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos. Foto: Renan Truffi/iG São PauloEssa é a primeira manifestação convocada pelo MPL em São Paulo desde a série de protestos organizados pelo grupo no mês de junho. Foto: Renan Truffi/iG São PauloIntegrantes do Movimento Passe Livre (MPL) em parceria com o Sindicato dos Metroviários realizam protesto contra a corrupção e por um transporte público de qualidade. Foto: Futura PressManifestantes começam a se reunir no Vale do Anhangabaú. Foto: Renan Truffi/iG São PauloCerca de 15 integrantes do Movimento Passe Livre estão reunidos no Vale do Anhangabaú . Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iGBandeira do Sindicato dos Metroviários de São Paulo no Vale do Anhangabaú. Foto: Wanderley Preite Sobrinho/iG

Até ontem, o movimento, que conta com a organização do Movimento Passe Livre (MPL), era contra a inclusão do pedido de CPI na pauta da manifestação. Eles chegaram a negar um pedido do PT de inclusão na carta que será entregue na Secretaria de Transportes Metropolitanos. Mas a posição mudou nesta quarta-feira.

Renan Truffi/iG São Paulo
Essa é a primeira manifestação convocada pelo MPL em São Paulo desde a série de protestos organizados pelo grupo no mês de junho

"Nunca fomos contra a CPI, só achamos que só a comissão não resolve", disse o presidente nacional do PSTU, José Maria de Almeida, durante o protesto.

De acordo com o presidente do sindicato dos Metroviários do Estado de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, a situação ideal é que exista mobilizações populares que forcem tanto Ministério Público (MP) Estadual, responsável por dezenas de ações sobre o caso, quanto a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), caso seja instalada a CPI, a investigar efetivamente os desvios. 

"O problema não é a CPI. E essa assembleia domindada pelo PSDB e pelo governo onde tudo acaba em pizza. Acreditamos que só pressão popular pode levar a punição dos culpados e a devolução do dinheiro roubado. Seja com uma CPI, seja por meio do Ministério Público", afirmou.

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