Paulinho da Força: não há espaço para plebiscito em manifestação do dia 11

Por Agência Estado |

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Deputado do PDT-SP diz que Dia Nacional de Luta será pautado por causas trabalhistas, de saúde e educação

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Agência Brasil
O deputado federal, Paulinho da Força, em evento em 1º/05: plebiscito não faz parte da pauta do dia 11

Numa reação ao plano do partido de Dilma Rousseff de defender no Dia Nacional de Luta a bandeira de reforma política da presidente, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, afirmou que, "se o PT insistir em ‘enxertar’ essa história de plebiscito na manifestação de quinta-feira, 11, a Força Sindical levantará a bandeira do ‘Fora Dilma’". "Nossa manifestação é pela redução da jornada de trabalho, fim do fator previdenciário, reajuste para os aposentados e mais investimentos em saúde e educação", disse Paulinho.

A Executiva Nacional do PT aprovou, na quinta-feira, 4, uma resolução na qual convoca seus militantes a assumirem "decididamente" as manifestações no Dia Nacional de Luta, com greves e atos em defesa das reivindicações trabalhistas e da reforma política, com plebiscito. "Não podemos permitir que o PT utilize a Força Sindical e outras centrais sindicais como correia de transmissão do que pensa o partido", disse o deputado do PDT, que vive em rota de colisão com Dilma e pretende criar um novo partido, para a disputa de 2014.

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Em festa da Força Sindical, Paulinho arrecada assinaturas para novo partido

"O que Rui Falcão está tentando fazer é uma apropriação indébita da pauta dos trabalhadores. Vamos deixar bem claro: o plebiscito não está na pauta do ato das centrais sindicais, no dia 11", emendou, numa referência ao presidente do PT.

Procurado, Falcão não quis comentar o assunto. Além de cartazes com "Fora Dilma", o deputado disse que não se surpreenderá com faixas pedindo "Volta Lula". Embora o PT tenha baixado ordem para abafar esse coro, há no partido quem continue pregando a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2014, em substituição a Dilma Rousseff. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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