Polícia apura roubo de R$ 100 mil de assessor do presidente da Câmara

Por Agência Estado |

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Objetivo da investigação, no entanto, é desvendar o roubo, e não o porquê de o assessor estar com dinheiro no carro

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Assessoria do Henrique Eduardo Alves (foto) informou que o assessor não se pronunciaria, pois se trata de um assunto privado

A Policia Civil do Distrito Federal vai investigar a origem dos R$ 100 mil roubados de um assessor de confiança do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). O inquérito instaurado pela Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos apura um assalto ocorrido em 13 de junho próximo ao Setor de Clubes Sul.

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Segundo o relato do assessor parlamentar, Wellington Ferreira da Costa, dois assaltantes bateram em seu carro, se identificaram como policiais civis e levaram, além da maleta com a quantia, um iPad e um iPhone, que foram abandonados na seqüência. A polícia já descobriu que o dinheiro havia sido sacado três dias antes e considera provável que os assaltantes soubessem que o funcionário carregava aquela quantia.

"Todos os elementos do delito serão apurados", informou o delegado-chefe da delegacia especializada, Fernando César Costa. Segundo o delegado, o assessor foi intimado para prestar novo depoimento sobre o caso nesta quinta, porém ele não compareceu. Uma nova data será marcada.

"A gente não tem tradição de roubo desse montante. É coisa muito rara", afirmou o diretor-geral da Polícia Civil, Jorge Luiz Xavier. O objetivo da investigação, segundo ele, é desvendar o roubo, e não o porquê de o assessor estar com R$ 100 mil na mala do carro. A assessoria do Henrique Eduardo Alves informou que o assessor não se pronunciaria, pois se trata de um assunto privado.

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