Petistas querem promover uma 'onda vermelha' governista; alguns tucanos chegaram a cogitar a cor preta, mas depois decidiram ser mais discretos nas manifestações

Brasil Econômico

Um dia depois do anúncio da revogação do aumento das tarifas de transporte em São Paulo, feito em conjunto pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, seus respectivos partidos, o PSDB e o PT, decidiram ir às ruas “massivamente”. Os partidos políticos e outros movimentos sociais têm sido rejeitados nos protestos com cenas de manifestantes vaiando as bandeiras. 

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"Devemos ir de preto", relatou ao Brasil Econômico o presidente da Juventude do PSDB-SP, Igor Cunha. Pouco tempo depois, ele disse que a sigla mudou de ideia e decidiu adotar a discrição no protesto. "Vamos, mas não estaremos paramentados", retificou. A ideia era resgatar o espírito do “Fora Collor” de 1992. Naquele ano, o presidente pediu que o povo fosse de verde e amarelo para a rua defender seu governo, mas todos foram de preto.

Já o PT planeja, em conjunto com entidades como CUT, uma “onda vermelha” nos eventos de São Paulo. “Orientamos e sugerimos aos militantes que compareçam massivamente hoje. Apoiamos as manifestações no mérito e no método. Eu vou com a estrela e camisa do PT. Vou levar bandeira e muita gente também vai levar. Sem medo de ser feliz”, diz Valter Pomar, membro da executiva nacional do partido.

Veja imagens de protesto no Brasil


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