Governo já trabalha com a possibilidade de votar MP dos Portos na terça

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Lideranças dos partidos aliados avaliaram que grande parte do deputados não chegará hoje a Brasília para a votação da medida

Na tentativa de viabilizar a votação da Medida Provisória (MP) 595/2012, conhecida como MP dos Portos, que estabelece novo marco regulatório para a concessão de terminais portuários à iniciativa privada, os ministros de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, estão reunidos com os líderes da base aliada na Câmara dos Deputados.

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Alan Sampaio / iG Brasília
Líderes partidários se reúnem com ministros para chegar a acordo e votar a MP dos Portos

De acordo com Ideli, o governo já trabalha com a previsão de a MP ser votada na terça-feira (14) pelos deputados. Inicialmente, a intenção era votar a matéria hoje (13), na Câmara, durante sessão extraordinária convocada para as 18h. Contudo, lideranças dos partidos aliados avaliaram, antes da reunião, que não há possibilidade de votação porque grande parte dos deputados não chegará hoje a Brasília.

Com isso, o Palácio do Planalto calcula que a MP seja votada, no máximo, até amanhã na Câmara para que até quinta-feira (16), quando vence o prazo para votação, seja votada pelos senadores. Nesta segunda-feira, o governo mobilizou os ministros para agilizar a votação. "Nós confiamos no Congresso Nacional. O governo não tem plano B, nem C. Nós vamos confiar até o ultimo minuto", disse o ministro da Secretaria dos Portos, Leônidas Cristino.

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O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou que não é fácil. "O quadro não é fácil, tanto porque é um tema naturalmente complexo, porque há divergências quanto aquilo que foi aprovado já na comissão especial. Tem parte do que foi aprovado do relatório do senador Eduardo Braga que o governo apoia, tem outros pontos que o governo não tem acordo, não por responsabilidade do senador, (mas) porque a comissão decidiu diferente", afirmou.

Com Agência Estado e Agência Brasil

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