‘Andrea Matarazzo queria hegemonia no PSDB’, diz secretário de Alckmin

Por Brasil Econômico - Pedro Venceslau |

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José Aníbal afirma que vereador tucano foi preterido na eleição para o diretório municipal porque não queria abrir mão dos principais cargos na executiva

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Agência Estado
Andrea Matarazzo foi preterido na disputa do diretório municipal do PSDB

Acusado por aliados do ex-governador José Serra de ter orquestrado um golpe na reunião que definiu a nova direção do PSDB paulistano na semana passada, o secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, deu sua versão para o episódio. “Eu tinha simpatia pela candidatura do Andrea Matarazzo (à presidência municipal do partido), mas ele queria indicar os quatro principais cargos na executiva. Ou seja: ele queria a hegemonia”.

Leia mais: 'Deram um golpe', diz Andrea Matarazzo sobre secretários de Alckmin

Andrea Matarazzo: 'Acenderam a luz amarela no PSDB’

A disputa pelo comando do diretório municipal do partido provocou um racha ao eleger o ex-deputado Milton Flávio, de Botucatu. Isso porque, até os últimos minutos que antecederam a plenária estava tudo articulado para que o vereador Matarazzo fosse eleito por consenso para assumir o comando do tucanato local. Matarazzo chegou a dizer que o episódio acendeu a “luz amarela no PSDB”

Na versão de José Aníbal, o que houve foi uma vitória da militância no encontro que acabou elegendo Flávio como dirigente máximo da sigla na cidade. Aníbal afirma que o governador Geraldo Alckmin, que chegou a criticar o resultado da reunião que excluiu Matarazzo, não conversou com ele antes do encontro, nem reclamou depois do resultado. “Quando as pessoas chegaram à Câmara Municipal (para a plenária) as pessoas estavam convencidas que ele não queria uma composição”.

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